Tatear o campo minado da omissão e mapear as principais situações de violação de Direitos Humanos em Franca. Estes são alguns dos principais objetivos a serem alcançados após o 1º Encontro Regional de Direitos Humanos de Franca, que acontece hoje, às 8h30, no Salão da Igreja São Sebastião, Rua José de Alencar, 1907, na Estação. O evento é aberto ao público.
Organizado por entidades classistas, como o Sindicato dos Sapateiros e organizações representativas de minorias, como a Pastoral Carcerária (movimento da Igreja Católica), entre outros, o encontro planeja discutir diversos temas. Os índices crescentes da violência em Franca, a superlotação da cadeia do Guanabara e desemprego são alguns dos tópicos propostos para o debate e abertos a possíveis soluções. O promotor de Justiça de Franca, Paulo César Corrêa Borges, e o promotor de Ribeirão Preto, Antônio Machado, foram convidados para o evento.
De acordo com Milton da Silva, diretor do Sindicato dos Sapateiros, a idéia é formar um grupo permanente de estudo que identificará possíveis focos de abuso e ajudará a denunciar as violações de direitos humanos. “Existe um programa estadual pertinente aos direitos humanos que não é cumprido. O descaso com o deficiente físico evidenciado pelas inúmeras barreiras que ainda são impostas a eles, impedindo-lhes de usufruírem do direito constitucional de ir e vir, é uma violação de direito humano e precisamos combatê-la”, disse.
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