Fadada a fechar por falta de alunos no ano passado, a Escola Estadual “Amália Pimentel”, no Jardim Francano, virou o jogo e hoje vive uma nova fase, graças à ação do Conselho Escolar. Com sete salas e pouco mais de 170 alunos de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental em 2005, a unidade começou o novo ano letivo com quase 300 matriculados e muitas novidades em 2006.
A primeira e talvez a mais importante diz respeito ao projeto do governo estadual da escola em tempo integral. Segundo a diretora Roseane Torrecilas Campos, a partir do momento em que houve a resolução de apresentação da proposta, o Conselho foi convocado e emitiu sua posição favorável. “A resposta poderia ser não, mas o desafio foi aceito. Se a escola ressurgiu, tudo se deve ao trabalho do Conselho”, disse. “Ninguém queria ver a escola fechada, a comunidade se comoveu e atualmente a procura por vagas triplicou”, acrescentou a vice-diretora Maria Aparecida de Freitas.
O Conselho opinou sobre a infra-estrutura, o número de profissionais e os benefícios da escola em período integral.
Deliberativo e soberano, o grupo ainda ajuda na escolha da coordenadora, nas promoções e demais eventos. A nova proposta mantém os estudantes das 7 horas às 16h20 na escola com direito a três refeições diárias.
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