Desde que o decreto do prefeito Sidnei Rocha foi editado em junho do ano passado, normatizando o serviço funerário em Franca, as funerárias aguardam pela regularização do serviço de plantão para atender a casos como o da família de Marilena Soares.
O Comércio da Franca contatou as seis empresas que atuam em Franca, a fim de saber para onde seus funcionários ligariam ou a quem recorreriam caso precisassem promover o sepultamento de uma pessoa sem recursos. Em todos os casos, a resposta foi a mesma: “não tenho a menor idéia”.
Representantes de parte das empresas disseram que fazem os sepultamentos mesmo sem consultar a Prefeitura. “Quando verificamos que é carente, fazemos nós mesmos”, disse um deles. “Já que não vamos receber mesmo, pelo menos evitamos constrangimento maior para as famílias de ter que ficar esperando por uma decisão burocrática”. Eles negam “empurrar” os serviços mais baratos, em torno de R$ 450, para evitarem fazer velórios e enterros de graça. (PG)
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