Em 1910, os espíritas brasileiros adotaram o Esperanto como veículo de divulgação de suas convicções e tornaram-se os principais editores de material nessa língua no Brasil.
Assim, por meio do Esperanto, conseguem atingir muitos países que de outra forma não alcançariam. Em Franca, o médico Dr. Thomas Novelino, fundador do Pestalozzi, foi um grande incentivador da disseminação de toda a cultura esperantista, cedendo salas do Educandário para aulas a quem desejasse aprendê-la.
“Mas é preciso deixar claro que não há filiação religiosa no Esperanto”, ressalta o professor Cleder. Essa língua, reconhecida e recomendada pela Unesco, aliás, estava entre as mais de 55 línguas em que o Papa João Paulo 2º se pronunciava oficialmente.
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