Gostos e paixões


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Há mais de vinte anos associada, Clarecinda Alves Ferreira, a dona Clara, não deixa de comparecer aos encontros do Clube da Velha Guarda
Há mais de vinte anos associada, Clarecinda Alves Ferreira, a dona Clara, não deixa de comparecer aos encontros do Clube da Velha Guarda
Pessoas com mais de 40 anos, por exemplo, que queiram conhecer e participar de atividades e fazer amigos a partir dessa faixa etária têm, em Franca, o Clube da Velha Guarda. Instalado em sede própria no bairro Santa Rita e presidido atualmente por Tereza Barcellos Costa Ribeiro, o Clube possui hoje cerca de 350 associados e oferece várias atividades, como passeios, excursões, almoços de confraternização, festas em comemoração aos aniversários dos associados e bailes de réveillon, entre outros. Uma das maiores entusiastas da entidade, a aposentada Clarecinda Alves Ferreira, 70, desempenha no clube a função de 2ª secretária. Ela conta que se associou ao clube há mais de 20 anos e que o critério para admissão na agremiação é a apresentação e o apadrinhamento por parte de um dos sócios. O recém-admitido paga uma taxa de adesão de R$100 e mensalidades de R$6. “O Clube da Velha Guarda é a continuação do meu lar. Os sócios, em especial aqueles que estão lá há mais tempo, são como meus irmãos. Temos muito lazer e interação. Tamanho é meu carinho pela instituição que todos os anos, no aniversário de sua fundação, eu componho a letra de uma música para ser apresentada”, conta Clarecinda. O Clube da Velha Guarda (também conhecido como Clube da Saudade) é uma das mais tradicionais agremiações da cidade e teve no jornalista Octávio Cilurzo um de seus mais entusiastas defensores por décadas a fio, participando estreitamente de suas atividades ao lado de sua esposa, dona Ruth Cilurzo. Outros nomes que já passaram pelos quadros do clube são os do jornalista Agnelo Morato e do advogado Antônio Baldijão Seixas, entre muitos outros.

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