Cidades de Minas têm o custo mais alto


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Quando o assunto é combustível, os motoristas mineiros estão gastando mais na hora de abastecer o carro com álcool. Em algumas cidades, o preço disparou nas bombas e ultrapassou os R$ 2. Delfinópolis registra o maior preço da praça. No posto de propriedade de Joaquim Antônio Leite, o litro do álcool passou de R$ 2,02 para R$ 2,14. E segundo Leite, um novo aumento pode acontecer a qualquer momento. A gasolina, que era comercializada a R$ 2,59, passou para R$ 2,68. Cássia não fica muito atrás. O reajuste do álcool foi de R$ 0,30, chegando a R$ 2,10, e a gasolina, R$ 2,60. “Pelo menos para os próximos dias não acredito em novos aumentos”, disse o frentista José Reis, que já se acostumou com a rotina de sobe-sobe dos preços. Quem for abastecer o veículo em Ibiraci também poderá levar um susto ao se deparar com o preço do álcool na bomba, que chega a R$ 2,05. O aumento foi de 8%. O litro da gasolina é comercializado a R$ 2,65. Em compensação, o combustível é encontrado por um preço mais em conta em Claraval, a R$ 1,95 (álcool) e R$ 2,55 (gasolina). Em Capetinga, o litro do álcool passou de R$ 1,85 para R$ 1,95 e a gasolina de R$ 2,20 para R$ 2,60, registrando 18% de aumento. No entanto, esse último reajuste já tem quase um mês. “Fiz uma compra que está sendo suficiente para comercializar o combustível por esse preço. Por enquanto não justifica vender o álcool por mais de R$ 2 como está sendo feito em outras cidades”, disse o proprietário, Ênio Reis de Souza, que ressaltou que paga R$ 1,79 por litro para a distribuidora. “O próximo preço vai depender do que for repassado pela distribuidora”.

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