Estive na passarela do samba. No primeiro dia, nenhuma autoridade municipal estava lá. Apenas um vereador chegou, assistiu um pouco do desfile na arquibancada e depois foi dar o ar de sua presença no palanque onde estava a imprensa como se quisesse dizer: “Eu vim, estou aqui!”. Mas, naquele dia, o que mais me chamou a atenção foi o nosso rei Momo: sem coroa, sem fantasia, sem cetro; um rei de bermuda, chinelo e camiseta, totalmente destronado! Ao lado das princesas e da rainha, todas bem fantasiadas, ficou pior ainda. Um absurdo! Quem era o responsável pela fantasia do Daniel Trovão, o rei Momo? Sem dizer que o público esperou horas pela escola da zona sul (Aeroporto III), que não apareceu.
Já no segundo dia o nosso rei estava mais bonitinho, mas continuava sem a fantasia!!! Naquele dia, após lerem o Comércio, onde o repórter já noticiava a falta das autoridades no desfile, apareceram a secretária da Educação e outro vereador. O desfile das escolas do grupo especial foi mesmo especial. Na Vila Formosa, a bateria trouxe até coreografia. A Aliados da Santa Cruz deu um show de alegria e colorido. A arquibancada estava de pé acompanhando a escola que trouxe até deputado. Mas o interessante foi na dispersão, pois a bateria não queria parar. Os componentes estavam felizes e certos do belo Carnaval que fizeram.
Já no desfile da terça-feira, não estive presente; acompanhei pela rádio Difusora os comentários precisos do bem informado repórter Arnon Gomes. Parabéns à rádio Difusora pela cobertura do Carnaval em Franca.
Rita Marta Mozetti Silva
é educadora e membro do Conselho de Leitores do Comércio da Franca
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