De um lado, Ribeirão Preto, com 530 casos de dengue; do outro, Uberaba, em Minas Gerais, com 1.100 casos positivos. No meio Franca, com cinco casos, número registrado pela Vigilância Epidemiológica da cidade, nos dois primeiros meses desse ano. O chefe da Vigilância Epidemiológica, Alexandre Ferreira, afirma que os casos foram importados de Minas Gerais, principalmente da região de Uberaba. Isso tem gerado uma preocupação a mais para o órgão que está fazendo um trabalho de prevenção por toda a cidade.
Quando uma suspeita é apontada, a Vigilância monta uma equipe para fazer uma “varredura” num raio de 300 metros próximo à residência da pessoa que está com os sintomas da dengue. “Antes mesmo de tomarmos conhecimento se o caso é ou não positivo, já realizamos essa barreira de modo a retirar os mosquitos (tanto larvas como insetos adultos). Se o caso for confirmado, aumentamos para 600 metros”, disse Ferreira.
Atualmente, quatro casos estão sendo analisados. “Estamos no meio do fogo cruzado, por isso não podemos descuidar, mesmo estando com um número bem inferior aos demais municípios”, afirmou Ferreira, ressaltando que, no mesmo período no ano passado, haviam sido contabilizados 18 casos positivos.
Para manter a situação sob controle, Ferreira pede o apoio da comunidade. “Noventa por cento da responsabilidade para manter os quintais limpos é da população. Não adianta a gente ficar percorrendo as casas, se a comunidade não fizer sua parte”.
Outra que também está no meio do fogo cruzado é Batatais. O município registrou um caso de dengue. O trabalho de prevenção já começou em todos os bairros.
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