Marcos Junqueira
Editor-assistente de Esporte
Terminada a semana de trabalho, o normal, agora, é que os atletas do Mariner/Unimed estivessem com os planos traçados para o Carnaval. Mas, apesar das diferenças evidentes entre eles, como estado civil e idade, por exemplo, o programa para a folga do fim de semana parece ser o mesmo para a maioria: decansar.
O treinador Hélio Rubens Garcia “caprichou” nos treinamentos dos últimos dias: fez coletivos com marcação de pontos, aprimorou as partes física, tática e técnica de seus comandados. “No basquete moderno, o preparo físico conta muito. São jogadas e contra-ataques em alta velocidade e quem absorver melhor isso estará na frente dos demais”, explicou Hélio.
O pivô Din, 20, apesar de ser um dos mais jovens do grupo, confessou estar cansado após o treino. “Chego em casa agora, como alguma coisa e cama, senão o corpo não aguenta”, disse o atleta, que ainda enfrentaria uma “viagem” de bicicleta do Póli ao Jardim Guanabara, onde mora. “Preciso tirar carta de motorista logo”, brincou Din.
O armador Helinho, 30, também quer sossego. “Vou, no máximo, para a chácara de uns parentes nossos. Estou fora de Carnaval, quero é descanso”. Ricardo, ala/armador da equipe francana, é outro que aproveitará o feriadão para relaxar. “Quero ficar em casa, fazer um churrasco e dormir muito. O máximo que farei de exercícios é jogar biribol com meu pai (o ex-ala Fausto Gianecchinni)”.
Os colegas confirmam a ligação de Ricardo, 25, com o travesseiro. “É incrível. Quando o ônibus sai para viajarmos, ele dorme logo em seguida. E assim vai até o fim do percurso. Não tem igual”, disse, certa vez, o ala Fransérgio, companheiro do armador desde os tempos de juvenil.
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