Villaça diz que só pensa no futuro do clube


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Após a difusão dos boatos de renúncia de parte da diretoria da Francana, o clima voltou à calmaria ontem. O presidente em exercício, Gustavo de Almeida Villaça, o diretor social José Braga e o diretor financeiro, Sebastião Monteiro, mantiveram-se em seus cargos. Ou sequer chegaram a oficializar as cartas de renúncia. Para eles, a diretoria da Veterana está mais unida do que nunca. Os boatos começaram durante a tarde de terça-feira. Villaça, Braga e Monteiro teriam se rebelado contra a decisão dos diretores Pedro José Olivito Lancha e Telmo José Barbosa de manter no cargo o supervisor de futebol, Wagner Ribeiro, após a diretoria supostamente ter aprovado, em consenso, a demissão do profissional. Ainda segundo os boatos lançados anteontem, Villaça teria escrito a carta de renúncia e sido convencido a permanecer para não causar tumulto maior, na reunião que terminou somente por volta das 22 horas de terça-feira. Entrevistado pela reportagem do Comércio da Franca, na tarde de ontem, em sua loja, Gustavo Villaça descartou qualquer saída e disse que o único objetivo, no momento, é ajudar a Francana. “É hora de mantermos o equilíbrio, principalmente no momento em que o esteio de nossa diretoria, o presidente José Lancha Filho, está em férias”. Embora negue que tenha havido um racha na diretoria, Gustavo Villaça sugeriu que tenha havido desentendimentos entre os dirigentes esmeraldinos. “Somos uma família e em toda família há discussões, que são até naturais. E principalmente agora, num momento tão delicado vivido pelo clube, qualquer decisão errada poderá ser fatal para todos nós”. O dirigente também pregou o diálogo como forma de superar a crise. “Mesmo como presidente em exercício, tenho que promover o diálogo com os demais diretores”.

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