Vereadores de Restinga não falam sobre aumento salarial


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Claudinei Magrão, presidente da Câmara de Restinga
Claudinei Magrão, presidente da Câmara de Restinga
A investigação do Ministério Público sobre a possível irregularidade do reajuste salarial dos vereadores da Câmara de Restinga não agradou ao Legislativo restinguense. A reportagem do Comércio da Franca tentou falar ontem com cinco vereadores da cidade, entre eles o presidente da Câmara, Claudinei Magrão G. da Silva (PSC), mas não o localizou nem na Câmara nem pelo celular. Outro vereador, que faz parte da mesa, afirma desconhecer o assunto e não quis sequer que seu nome fosse citado na matéria. O vereador Juvêncio Ferreira de Menezes Filho (PSB) até se dispôs a atender a reportagem, mas afirmou desconhecer o assunto. “Não discutimos aumento de salário no ano passado. Esse assunto nem entrou na pauta. Desde que entramos na Câmara estamos recebendo R$ 250”, disse ele. A única declaração do presidente da Câmara está na resposta ao questionamento da promotoria. Em resposta ao Ministério Público, ele disse ter revogado a Resolução 145 (de 4 de fevereiro de 2004), que fixava o salários do Legislativo em R$ 250, para reajustar os subsídios conforme desejava e não ser acusado de irregularidade posteriormente. “Os interesses naquela oportunidade foram totalmente políticos, pois se acreditava que os vereadores daquela época receavam, como de fato ocorreu, perderem a reeleição”, disse Magrão em ofício ao Ministério Público.

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