Basquete não terá folga no Carnaval


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Murilo enterra, na “cabeça” de seu marcador, contra Rio Claro, na sexta-feira: pivô é uma das armas do Mariner/Unimed/Franca na busca pelo título brasileiro
Murilo enterra, na “cabeça” de seu marcador, contra Rio Claro, na sexta-feira: pivô é uma das armas do Mariner/Unimed/Franca na busca pelo título brasileiro
Marcos Junqueira Editor-assistente de Esporte O elenco do Mariner/Unimed/Franca ganhou folga dos treinos, ontem de manhã, após três dias de estrada, para enfrentar Rio Claro, na sexta-feira, e Pinheiros, no domingo. A comissão técnica achou por bem dar um descanso aos jogadores. À tarde, porém, a rotina de treinamentos voltou ao normal na quadra do Póli. Hélio Rubens fez a repetição dos principais movimentos ensaiados, coordenou um coletivo em meia-quadra e o tradicional ataque contra defesa. Os trabalhos seguirão até na quinta-feira, quando os atletas serão dispensados para curtir o Carnaval. Pelo menos, parte dele, pois na segunda-feira haverá reapresentação. “O descanso no fim de semana será importante, pois estamos em um campeonato muito difícil. Mas, por outro lado, temos de nos preparar bem para a seqüência de jogos complicados que enfrentaremos”, avaliou o treinador. Outra expectativa, agora, gira em torno do retorno do armador Demétrius e o pivô Fabião, contundidos. Leia texto nesta página. LÍDER No domingo, em São Paulo, o Mariner/Unimed garantiu a liderança isolada do Grupo B do Campeonato Brasileiro Masculino de Basquete. A equipe francana venceu Pinheiros, por 85 a 75 (44 a 42), e soma agora 19 pontos, com nove vitórias e uma derrota. Os comandados de Ênio Vecchi venceram o primeiro quarto, por 24 a 23. A partir do segundo período, o time visitante assumiu a dianteira do placar e garantiu a vitória, por dez pontos de vantagem. O armador Helinho foi o cestinha da partida, com 19 pontos. “Gostei da atuação do time”, disse Hélio Rubens, no final do jogo. Sobre a arbitragem deste jogo, que foi alvo de críticas de Ênio Vecchi, Hélio Rubens disse não ter acontecido nada de anormal. “Os juízes foram bem. O Renatinho (Carlos Renato dos Santos) é o melhor do País. Foi tudo absolutamente normal. Arbitragem ruim foi a do Edemílson Vermelho, quando jogamos contra Rio Claro”. Na ocasião, Hélio Rubens solicitou que o diretor-técnico da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Luís Antônio Rodrigues, dê um “sumiço” em Vermelho nos jogos de sua equipe. “Estou fazendo um pedido oficial: esse cara (Vermelho) não pode mais apitar jogo nosso”, cobrou o técnico.

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