Caratê não faz atleta perder feminilidade


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Ao contrário do que muitos pensam, a prática do caratê nada tem a ver com perda de feminilidade ou vaidade. Mariana Rodrigues é prova disso. Com os cabelos sempre bem penteados e trajada com elegância, a garota, prestes a completar 14 anos, preocupa-se, sim, com a aparência. “Fora dos tatames, sou normal. Visto-me como as meninas da minha idade. No treino, temos um objetivo, fora dele, somos pessoas comuns”, afirmou Mariana. A carateca disse que os passeios também não ficam comprometidos com a arte marcial e que baladas (responsáveis, claro) fazem parte da rotinas dos atletas. “Saio com o pessoal da escola e do caratê. Costumo ir comer pizza, ao cinema e ao shopping. Sei separar a hora de treinar e de me divertir”, afirmou a lutadora. Quanto às paqueras, para ela, nada muda em relação a quem não faz o esporte. “Os meninos não têm receio algum, pelo contrário, caratê é um assunto que eles gostam de conversar. Eles só não podem pisar na bola com a gente, senão...”, brinca Mariana.

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