O serviço de transporte coletivo de escolares ainda não está em dia na cidade. Das 125 vans escolares de Franca, apenas 23 passaram por vistoria na Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) em 2006.
A inspeção e renovação dos documentos são feitas duas vezes ao ano. Nos dias 4 e 5 de fevereiro, o Comércio publicou um Tema do Dia sobre o serviço das peruas. Na época, apenas 11 veículos haviam regularizado a situação na Ciretran. Na última semana, 13 carros procuraram o serviço para atualizar a documentação. A procura aumentou, mas ainda está baixa. “Realmente, com o retorno às aulas de outras escolas, houve aumento de vistorias, mas o ritmo precisa melhorar. Estar em dia e atender à lei é uma questão de segurança para as crianças, pais e próprios motoristas”, disse o delegado de trânsito, Marcelo Caleiro.
Uma vez por semestre, os motoristas devem pagar R$ 91,94 (R$ 76,62 da vistoria mais R$ 15,32 pela autorização). Para transportar os estudantes, precisam atender às exigências da portaria nº 1.153, de 2002, do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), e obter alvará de prestação de serviços autônomos na prefeitura. Dentre os 11 itens a serem atendidos estão uso de tacógrafo, lanternas, cintos de segurança por todos os ocupantes, limitadores de abertura dos vidros (no máximo 10 centímetros), extintor de incêndio e outros.
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