Promotoria força moradores a fazer acordo com a Sabesp

Não tem jeito. A única saída é pagar. O fornecimento de água ao conjunto habitacional “Otávio Cilurso”, no Jardim Parati, que abriga mais de 80 família

17/02/2006 | Tempo de leitura: 1 min

Moradora do conjunto habitacional do City Petrópolis, Marli Loureiro de Almeida, 57, passou a gastar menos com água após a instalação do hidrômetro individual
Moradora do conjunto habitacional do City Petrópolis, Marli Loureiro de Almeida, 57, passou a gastar menos com água após a instalação do hidrômetro individual
Arnon Gomes da Redação Não tem jeito. A única saída é pagar. O fornecimento de água ao conjunto habitacional “Otávio Cilurso”, no Jardim Parati, que abriga mais de 80 famílias, só será normalizado se a dívida de R$ 2.362,70 com a Sabesp for quitada. Em reunião, ontem à tarde, no Fórum Municipal entre o promotor Carlos Henrique Gasparotto e os gerentes da estatal, Rui Engracia e Antônio Rômulo, ficou decidido que os moradores do conjunto deverão chegar a um acordo para quitar os débitos, se não quiserem ficar indefinidamente com as torneiras vazias. A única vantagem é que a Sabesp se dispõe a dividir o valor total e religar a água já depois do pagamento da primeira parcela. A água no local está cortada há 30 dias devido ao atraso no pagamento das contas dos últimos três meses. A Procuradoria só tomou conhecimento do problema após a publicação da reportagem do Comércio e imediatamente agendou encontro com os representantes da Sabesp. O gerente comercial Antônio Rômulo disse que a empresa se compromete a parcelar a dívida em quantas vezes for necessário. “Para isso, esperamos que o síndico entre em contato conosco, munido das documentações referentes às quantias atrasadas”. E ressaltou que, a partir do pagamento da primeira parcela, o abastecimento será retomado. Em último caso, o MP poderá intervir. “Caso não haja uma saída amistosa, o MP poderá instaurar inquérito civil e intervir na solução do problema”, disse Gasparotto. Mas deixou claro: “Os moradores devem, obrigatoriamente, pagar as contas atrasadas para ter a água”. Para a síndica do edifício, Lídia Nogueira, o parcelamento é uma alternativa. Porém, sabe que não será tarefa fácil convencer todos os condôminos: “Quem está em dia com o pagamento não vai querer pagar”. A primeira hipótese é dividir a dívida apenas entre os inadimplentes. “Não será fácil”.

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