Há um equívoco quando o jornal afirma que a obra que estava sendo realizada no Champagnat é em função do risco de o “prédio desabar”. Tal obra fica bem distante do prédio principal do Champagnat e nada tem a ver com as estruturas do prédio. Esta obra é muito mais importante para os imóveis construídos no fundo do Champagnat do que para a construção propriamente dita. O próprio prédio do Champagnat tem problemas estruturais, mas não corre o risco de desabar, e a realização da obra em questão não agrava ou resolve os problemas do antigo colégio Marista. Na verdade, no local há uma tubulação de onde escorre toda a água que “desce” do Champagnat e percorre abaixo das casas vizinhas da área da Secretaria de Educação. A obra é necessária mas não colabora na solução dos problemas estruturais do prédio do Champagnat.
Alexandre Cesar Lima Diniz é ex-coordenador de Planejamento da SME (Secretaria Municipal de Educação)
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