A Polícia Federal não tem nenhuma ação em andamento para investigar o comércio clandestino de pedras preciosas em Franca, conforme informou ontem um delegado do órgão em Ribeirão Preto. O Comércio da Franca publicou, em sua edição de quarta-feira, ampla reportagem apontando a ligação de comerciantes locais com parte da quadrilha presa pela PF sexta-feira da semana passada em Belo Horizonte (MG). De acordo com o delegado Aires César da Silva Brizola, 31, a Polícia Federal não mantém investigações em Franca sobre este assunto. Ainda conforme Brizola, não haveria estudos para operações da PF na cidade com a intenção de coibir o comércio ilegal de pedras, principalmente diamantes.
“Se houver desdobramentos a partir do caso de Belo Horizonte, pode ser que a Superintendência de São Paulo determine algum trabalho em Franca”, disse Brizola, referindo-se à Operação Carbono, que levou para a cadeia contrabandistas e exportadores ilegais sediados em Minas Gerais.
Uma das últimas operações da Polícia Federal de Ribeirão Preto no combate à extração e ao comércio ilegal de diamantes foi na cidade de Colômbia, na região de Barretos. O porto localizado na cidade servia a um dos maiores garimpos do Estado de São Paulo, que chegou a agrupar 200 balsas.
Também é para pesquisa de lavra que outro garimpo, localizado em Patrocínio Paulista, está autorizado a funcionar. Segundo o tenente Gilson Luiz da Costa, 33, do pelotão da Polícia Ambiental de Franca, a o peração tem situação regular, obedecendo aos dispositivos federais controlados pelo DNPM. O garimpo em Patrocínio fica às margens do Rio Sapucaí e já vem despertando o interesse de garimpeiros e comerciantes de Franca.
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