A partida da Francana contra o Botafogo, neste domingo, às 16 horas, no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, com transmissão da Rádio Difusora AM (1.030 kHz), ganhou importância maior depois do empate com o XV de Jaú, na estréia no Campeonato Paulista da Série A-3. Uma vitória pode recolocar a Veterana no rumo da classificação para a próxima fase ou ao menos evitar o “fantasma do rebaixamento” logo nas primeiras rodadas. Um empate pode ser um fôlego a mais para encarar a fraca Matonense, na quarta-feira, em Matão.
No entanto, uma nova derrota pode comprometer de vez qualquer pretensão de acesso à Série A-2 ou de ao menos permanecer na Terceira Divisão. Neste caso, um resultado negativo seria o passaporte para brigar contra o descenso à Série B, o equivalente à Quarta Divisão do Campeonato Paulista.
E as coincidências incomodam. No ano passado, a Veterana não venceu na estréia (perdeu para o Rio Preto, por 2 a 0). Na semana seguinte, levou uma goleada de 6 a 1 do Comercial em Ribeirão Preto. Neste ano, empatou em casa com o XV de Jaú e no segundo jogo vai a Ribeirão enfrentar o Botafogo, que estreou com vitória fora de seus domínios.
Tentar se apegar ao retrospecto para alimentar esperanças de vitória em Santa Cruz é mero prejuízo. Nas últimas cinco vezes que visitou os botafoguenses, a Veterana perdeu todas. A última delas foi na Série A-2 do ano passado, no feriado de 21 de abril: 2 a 0.
Mas nem tudo é tragédia na Francana. Tecnicamente, a equipe de Souzinha é bem superior à montada pelo técnico Marco Antônio Machado e pelo ex-diretor de futebol, Dalton Amorim, o Foguinho, durante a gestão de José Ary Alves.
Ao contrário de Machado, Souzinha deu padrão de jogo e formou uma defesa quase intransponível, se não houvesse o imponderável das bolas paradas, como no jogo de estréia, quando Cláudio Cruz tomou um gol olímpico e um de falta. No entanto, isso não é motivo para sobressaltos. É possível ganhar em Ribeirão.
Leia mais na Página E-2
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.