Peruas da prefeitura transportam 2.500 estudantes da rede pública


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A Prefeitura de Franca também oferece transporte para os alunos, mas não cobra para levá-los de suas casas à escola. São atendidos 2.500 estudantes com idades entre 7 e 15 anos, das redes municipal e estadual. Existe um convênio com o Estado para esse serviço. Geralmente, os beneficiados moram na zona rural ou não contam com escolas públicas em seus bairros. “A tendência é que a quantidade de passageiros transportados pela prefeitura diminua, pois novas escolas estão sendo construídas no município. Devemos continuar, mas com quem reside em sítios e fazendas”, disse Almir Caetano Cintra, chefe do setor de transporte de estudantes da Secretaria de Educação. Para levá-los, a administração municipal dispõe de 38 veículos. São seis peruas e dois microônibus próprios, além de outros 30 ônibus contratados junto a empresa Faleiros até junho de 2006. “A empresa venceu a licitação e continuará com o transporte escolar do município no primeiro semestre desse ano”. Ao fazer a matrícula na escola, os funcionários analisam a distância da residência em relação ao local em que a criança ou adolescente estudará. Caso seja distante, encaminha o nome para ser cadastrado na Secretaria de Educação e ele é inserido no trajeto dos veículos da prefeitura. Como as vans escolares particulares, as peruas, microônibus e ônibus responsáveis pelo transporte público também são vistoriados pela Ciretran a cada semestre. “Seguimos as exigências da legislação de trânsito e somos fiscalizados pelos policiais quando nos abordam nas ruas”, disse Almir. POLÍCIA RODOVIÁRIA A Polícia Rodoviária também se encarrega de controlar o transporte de estudantes feitos pelas estradas da região. Em períodos de aulas, costumam ser realizadas fiscalizações semanais nos veículos e documentação dos motoristas. O principal problema é o excesso de velocidade. A permitida é de 80 km/h. Os veículos que passam do limite podem ser apreendidos. A má conservação é outro problema. Acidentes envolvendo ônibus de estudantes são freqüentes como o que matou 20 pessoas, a maioria alunos da Unifran no trecho da Cândido Portinari, conhecido como “Curva da Morte”, a poucos quilômetros do balneário de Rifaina.

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