Para pais, transporte é econômico e prático


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O garoto Gabriel Carrijo, 7, entrou na escola no ano passado. Sua mãe, a empresária Viviane Marques Carrijo, 30, viveu a experiência de levá-lo para estudar por apenas um mês. O congestionamento do trânsito nos horários de entrada e saída dos alunos, o tempo reduzido na hora do almoço e os gastos com combustível a fizeram desistir da idéia. Há aproximadamente um ano, uma Van escolar particular se encarrega de levar Gabriel para fazer a 2ª série no período da tarde no Sesi. “Encontrei uma profissional de confiança, consegui economizar e não tenho mais problemas com aquela confusão na porta da escola. Foi bem melhor”, disse Viviane. Antes de assinar o contrato, ela consultou os funcionários do Sesi e outros pais para ter referências sobre os serviços. “Primeiramente quis saber se o veículo estava em bom estado de conservação, possuía trava nas portas para saber da segurança no trajeto. Hoje fico despreocupada com a ida e o retorno do meu filho da escola”, disse. A empresária gasta R$ 75 por mês. “Como agora tenho um carro a álcool (mais barato que a gasolina), acho que gastaria praticamente o mesmo valor com combustível para ir até o Sesi. Mas a comodidade e praticidade que tenho com a Van já compensam”. A vendedora Flávia Cristina Albano também optou por transporte alternativo para os filhos irem à escola. Há três anos, contratou a Van da Tia Cláudia para levar e buscar o filho Guilherme Henrique, 9, e a filha Mariana Albano, 4, ao Sesi. “A escolha pela Van foi por questão de horários. Começo a trabalhar 12h30 e eles entram mais tarde”, finalizou.

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