Paulo Godoy
da Redação
O governo federal ainda não sabe que no dia 19 de janeiro, o prefeito Sidnei Rocha devolveu ao Estado a administração da gestão plena da Saúde Franca, que, entre outras atribuições, prevê a obrigatoriedade do atendimento de média e alta complexidades a moradores dos 21 Municípios que compõem a região. Ainda não há estimativa do prazo que o processo de devolução levará para chegar ao Ministério da Saúde, em Brasília.
Todo o trâmite, até que a gestão volte às mãos do governo federal, prevê que a papelada passe por comissões intergestoras locais, regionais, bipartite (envolvendo o município e a Secretaria Estadual de Saúde) e a tripartite, com a palavra do ministério. Em Brasília, a informação é que não há nada a respeito da decisão do prefeito Sidnei Rocha, formalizada dia 27, motivo pelo qual ainda não podem se manifestar.
Na semana passada, segundo informações da comissão que analisa os casos de devolução da gestão plena em todo o País, a única ocorrência no Estado de São Paulo era da cidade de Presidente Prudente. De acordo com Tatiana Cruvinel, assessora do Ministério, não existe um levantamento preciso que possa indicar o número de municípios que optaram, como Franca e Prudente, por devolver a administração da saúde ao Estado. A assessoria faz questão de dizer que a intenção é que cada município organize seu próprio sistema de saúde.
SILÊNCIO
Durante a semana, o Comércio da Franca entrou em contato diversas vezes com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde na tentativa de esclarecer melhor o assunto, mas não obteve retorno. Na terça-feira, a assessora Karla Mendes disse que colocaria um técnico do Ministério em contato com o jornal, o que não aconteceu.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.