Varejo absorvia produto, diz delegado


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A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) investigará os indícios de fraude na fabricação dos queijos apreendidos na manhã de ontem em um sítio no Jardim Zelinda. No local, foram encontrados rótulos de outras empresas de laticínios, o que dá a entender que a produção estava sendo fraudada, para ser vendida mais facilmente. “Achamos rótulos de uma empresa de Capitólio (MG), que seriam afixados aos queijos produzidos ilegalmente em Franca. Isso é muito grave”, declarou. A DIG investigará também se há uma “firma fantasma” junto com GST. O delegado acredita que a produção clandestina era vendida de duas formas: pelas mãos de ambulantes e também em supermercados da cidade. “Pela grande quantidade de queijo apreendido, muito provavelmente a produção estava sendo distribuída em todo o varejo”. Ele instruiu a população a comprar produtos do gênero somente em locais de confiança. “Sob pena de ser enganado quanto a qualidade daquilo que levará para casa”. O dono da fábrica clandestina pode ser indiciado por dois crimes: produzir alimentos sem autorização do Ministério da Agricultura e em condições desfavoráveis para a atividade e enganar os consumidores com rótulos falsos. As penas para os crimes variam de 1 a 6 meses e de 1 a 5 anos de reclusão, respectivamente.

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