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Nesta última semana foi comemorado o Dia do Professor, 15 de outubro, a quem dedicamos este espaço. Recordo-me, com saudade, da época em que ainda com uniforme de calças curtas, entrei no 1º ano primário (na época a fase pré ainda nem existia, mas apenas o jardim da infância), no IETC, que era o Instituto de Educação Torquato Caleiro. Minha primeira professora foi dona Elza Foster. Aprendi com ela as primeiras letras, até com direito a algumas reguadas na bunda. E não me revoltei por isso. Depois foi a vez da Dona Noquinha. No terceiro ano, dona Terezinha - que ainda está viva - e no quarto ano, dona Laura de Melo Franco. Depois disso havia um exame de admissão para entrar no Ginasial. Passei e fiz os 4 anos daquela fase, já com muitos desses professores que mostro hoje na foto da época, aí no nosso arquivo. Depois do ginasial, veio o segundo grau e optei pelo Curso Científico. Aprendi a querer bem aquela escola, que era dirigida com pulso firme pelo diretor Júlio César D’Elia, que sabia impor sua autoridade e cumprir corretamente com o seu dever de bom administrador. Tive o privilégio de estudar numa escola pública, de um nível extraordinário, e muitos daqueles que saíam do colegial não precisavam de cursinho preparatório para ingressar na faculdade. E não tinha moleza nem promoção automática. Se não estudasse não passava e se tomasse duas “bombas”, era “jubilado”, ou seja, podia escolher outra escola e se mudar. Que saudade tenho daqueles mestres que transferiam com motivação e enorme categoria seus ensinamentos. Já a educação e o respeito, todos os alunos levavam de casa. Pelo menos naquela época!
Esta coluna é sempre lida por muitos amigos, entre eles alguns aniversariantes desta semana: O empresário Xisto de Oliveira e dona Aurora Vilela Arantes, ambos na quinta-feira A Débora Oliveira Barbosa (Moda Festa), na sexta-feira O Victor de Andrade, José de Freitas Del Monte e a médica Rita Moscardini, todos no próximo sábado Lembrando que o Pelé (Atleta do Século) muda de idade dia 23
São marido e mulher desde ontem os jovens Rodrigo Moscardini Freitas e Priscila Oliveira. Ele é filho do Reginaldo e Elizabete Moscardini Freitas, e ela é filha do Luzmar e Márcia Oliveira. A cerimônia religiosa aconteceu neste sábado, às 20h30, na Igreja de São Judas Tadeu. Abraço e tudo de bom a eles, que já estão em lua de mel.
Tenho ouvido muitas reclamações a respeito da demora no atendimento de algumas agências bancárias, entre elas a Caixa Econômica Federal, na Praça N.S. da Conceição. Citam que a fila para as senhas já é enorme e depois, há casos de mais de uma hora de espera, conforme foi relatado. Isso, sem contar as inúmeras interrupções no atendimento, por conta do programa, via internet, que fica fora do ar. Que a fiscalização verifique essa situação.
Não sei se vai resolver, mas o deputado Roberto Engler (PSDB) me dizia que vai cobrar do governador Geraldo Alckmin (PSDB) uma posição em duas questões que precisam ser revistas: Acabar com a promoção automática nas escolas e essa mudança do 190 (e muito breve do 193) para Ribeirão Preto. Ora, se todos (menos o Secretário da Justiça) já viram que não deu certo, o mais lógico e sensato é reconhecer o erro e retornar. Vamos ficar cobrando.
Até o padre José Geraldo, falando em meu programa de rádio (como faz toda sexta-feira), deu uma alfinetadinha em certos candidatos a deputado, que logo sonharam com postos mais elevados, não conseguiram e ainda atrapalharam os outros. O pa dre lembrou que até parecia um seminarista que antes de se formar sacerdote, já estava querendo ser bispo. Tudo tem seu tempo e hora. Quem sabe, mais adiante.
Tem início neste domingo o desconfortável horário de verão, que irá até o dia 22 do mês de fevereiro. Já comentei em anos anteriores que estou no time daqueles que não gostam dessa mudança. Prefiro o chamado “Horário de Deus”, amanhecendo e escurecendo na hora certa. Mas, fazer o quê? Como diz aquela conhecida reflexão, sabendo sofrer, sofre-se menos. Então, vamos tentar nos acostumar rapidamente e esperar pelo retorno do antigo horário.
Mudando de idade hoje o Pedro Afonso de Faria, maridão da Sussu, Julinho Telline, Cidinha Marques Tasso (Lojas Zig-Zag) e o colega e amigo Ibirá de Carvalho... Amanhã, a amiga Rose Victal, seo José Vicentine (9.0), Luís Fernando Borges, Valéria Bueno e Rute Montalbini... Na terça-feira, o advogado Tiago Faggioni Bachur... Na quarta: Maurí Gatti Jr. Eunice Contini e seu neto, Vinícius... E na quinta-feira, meu genro, Joaquim Rodrigues de Resende Neto, maridão da Cláudia e papai do João Gabriel e do Luís Felipe... Abraços.
Como parte das comemorações do Dia do Médico, aconteceu na noite de sexta-feira a posse dos novos diretores do Centro Médico, em sua sede, seguido de concorrido jantar aos presentes. Os novos diretores terão mandato até 2017. Como ontem, 18 de outubro, foi o Dia do Médico, abraçamos toda a classe, na pessoa do presidente eleito, Júlio César Batista Lucas e seu vice, Carlos Augusto Mantovani.
O bêbado entrou no ônibus, sentou-se junto à roleta e logo depois entrou uma senhora, bem gorda, que ao tentar passar pela roleta, soltou um sonoro “pum”.
Ela ficou vermelhinha de vergonha, alguns continham o riso, e o bêbado quis consolar a mulher:
- “Olha, dona... não liga não... todo mundo solta ‘pum’... essa mulher aqui do meu lado solta... esse senhor de terno também solta... aquela mocinha ali solta bastante... o cobrador solta... o motorista também solta”...
Nisso, como o constrangimento era geral, o motorista parou o ônibus, pegou o bêbado pelo colarinho e o empurrou pra fora. O bêbado caiu na calçada, se levantou e deu um grito com o motorista:
- “Pô, meu, os outros que solta ‘pum’ e eu que levo a culpa?”