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A morte, por fuzilamento, do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira causou comoção no povo brasileiro, que não está acostumado com pena tão severa como essa da Indonésia, que o condenou por tráfico de droga. A presidente Dilma chegou a falar por telefone com o mais alto mandatário daquele país, mas não conseguiu sensibilizá-lo. Lá, como em outros países, as leis são levadas mais a sério, o que não acontece muito por aqui, onde sempre se arruma um jeitinho de acomodar as coisas. Concordamos que a pena de morte é exagerada, mas é a lei que eles implantaram e não tem apelação. Ele sabia disso quando tentou ganhar uma grande quantia em dinheiro ao se arriscar. Aqui não temos pena de morte oficializada, mas assistimos, diariamente, a várias execuções, através da violência que impera nas ruas. Basta acompanhar o noticiário das rádios ou as reportagens na televisão para ver mães, esposas, filhos, demais parentes e amigos chorando a morte de seus companheiros e chefes de família, e clamando por mudança nas leis. Aqui também, mesmo sem reagir, não adianta apelar aos bandidos para não ser executado. Causa mais revolta ainda ver o cinismo e a petulância dos ladrões e sequestradores quando são detidos, como que sabendo que dificilmente vão ser penalizados duramente. Sem falar nas pessoas que morrem por falta de assistência, já que o dinheiro necessário é desviado para o bolso dos bandidos de colarinho branco. Essa mudança é que o povo precisa exigir nas ruas. Acabar com a impunidade e botar um pouco de medo na bandidagem.
Amigos que sempre seguem este espaço e que completam a lista de aniversariantes da semana: Na próxima quinta-feira, o Anginho Cisoto Gianecchini, o médico Elson Rodrigues, Lazinho Salvino de Oliveira (Salão Central), Chico Dutra, Elso Fortes (Drogabella), Marcelo Viotto e Miguel Lélio Rodrigues (Ferricelli) Na sexta: Nélson Barbosa e no sábado: Aparecido Maldonado Ponce, Sandra Pereira Silva e Mirela C. Maldonado
Enquanto em Franca não chegaram a um acordo para instalar o memorial com pertences da atriz Regina Duarte, que nasceu aqui, em São Paulo aconteceu no último dia 10 a abertura da exposição, em sua homenagem, Espelho da arte - a atriz e seu tempo, no Shopping JK Iguatemi. Vários artistas e comunicadores do rádio e da TV estiveram presentes, prestigiando a mostra. Que parece, não virá mesmo para cá.
Recebi esta semana do leitor e ouvinte Sebastião Orlando,
e-mail questionando a respeito do projeto para instalação de uma unidade do Sesc em Franca. Ele juntou uma foto que foi divulgada na ocasião do anúncio da construção, destacando que seriam aplicados R$ 80 milhões na obra. E veio a pergunta: “Não vingou o projeto?” Por que até agora nada? Com a palavra, os dirigentes do Sindicato Comercial em Franca.
Nesta altura, não sei como está a situação do time da Francana para o campeonato que já vai começar. O que sabemos é que o torcedor da Veterana é um dos mais apaixonados. Basta o time vencer dois jogos seguidos, para o Lanchão ficar lotado. E não se chega a um acordo para solucionar a questão. Possíveis patrocinadores ou colaboradores, com receio, se esquivam. Mas a verdade é que o torcedor da Francana não merecia isso.
No final do ano passado, a professora Lúcia Garcetti promoveu um recital com seus alunos de piano, no Bar Candeeiro, de seu filho, o também músico, Marcílio Garcetti Ribeiro. Fica ali na Hélio Palermo, em frente à loja Tunicar. Gostei muito do local, que costuma receber músicos da cidade, como a própria Lúcia, que dá o seu show no piano, todas as noites de quarta-feira. Marcílio já atuou em Natal e agora tem sua própria casa noturna, em Franca.
Lei Seca apenas da forma como existe no Brasil não resolve a questão dos verdadeiros assassinos do trânsito. Eles continuam bebendo e dirigindo, provocando acidentes, matando ou mutilando inocentes, pagam fiança e vão responder em liberdade, alguns até voltando a dirigir perigosamente, pouca bola dando para as consequências. Vai fazer isso num país de leis mais sérias para ver o que acontece. Mas aqui... é Brasil...
Aniversariam hoje o Hildemar Silveira e a Corinthiana Bueno... Amanhã: Mauricinho Chinaglia, Nélio Carloni, Nizelane Couto Rosa e o maestro Nazir Bittar Filho... Na terça-feira: médico José Carlos Vaz, Ana Cristina M. Pádua e dona Maria Carolina... Na quarta-feira: a colega e amiga Cíntia Flávia, Sérgio Marques(GCN), o P.M. Moisés Radaeli e o amigo Alcides Viotto... Abraço e tudo de bom a eles.
Esta foto foi feita em setembro de 1962, num dos clubes da cidade. Da esquerda para a direita: Marcial Faleiros Rosa, ao seu lado, um amigo que não foi identificado (alguém pode ajudar?), o Roque Del Monte e o Antônio Carlos Martiniano (Kid Cabeleira). Marcial já é falecido.
O jovem empresário decide levar junto com ele seu contador, homem sério e muito cuidadoso com suas contas pessoais e da empresa, para uma feira de negócios. Uma noite, o empresário sugeriu ao seu contador para se divertir um pouco com alguma garota. O contador resolveu topar e levou uma das garotas de programa para o hotel.
Terminado o programa com ela, o sujeito perguntou:
- “Quanto tenho que te pagar?”.
- “São duzentos reais”.
- “Tudo bem... mas eu quero uma nota”.
A garota, ainda se vestindo, falou:
- “Uma nota? Olha, achei você fraquinho... Te dou 4,5!”.