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Os mais vividos com certeza se lembram que, de primeiro, conforme expressão usada pelo amigo Luiz Cruz, bebia-se menos que agora. Começando que era raro um menor estar com um copo de bebida alcoólica na mão. Já os adultos costumavam tomar a sua cerveja apenas nos finais de semana ou datas festivas, e nos bailes era um ou dois cuba-libres, que já davam coragem para dançar. Mulheres ficavam no sorvete ou refrigerante, e até pegava mal quando se via uma delas bebendo. Hoje, o número de mocinhas nas mesas de bar com bebida alcoólica está praticamente igualado ao dos rapazes. Os trotes não passavam de raspar os cabelos dos calouros e alguma pintura pelo corpo. Era tudo mais comportado. Agora as coisas mudaram e para pior. Adolescentes aprendem a beber com pouca idade e logo são vistos em meio às tais festas open bar ou encostados nos postos de combustíveis com a latinha ou garrafa na mão. Sem contar que depois, muitas vezes, querem experimentar outro tipo de droga mais forte, influenciados por más companhias e assediados pelos fornecedores, longe das vistas dos pais, que se acomodaram e fingem que não sabem o que os filhos estão fazendo, e só vão acordar quando o problema já atingiu um nível incontrolável. O pior é que o exemplo costuma vir de casa, com pais consumindo desregradamente bebidas alcoólicas, até na companhia dos filhos menores. O resultado, lamentável, é o que tem acontecido em algumas festas que têm até competição de quem bebe mais, levando jovens ao coma alcoólico e à morte. Que os pais abram os olhos, assumindo o controle, para não lamentar e chorar as tristes consequências.
Esta coluna é sempre lida pelo Toninho Rizatti e Marlene o professor Edilson Luís, da Escolinha de Futebol Chute Certo o Jerônimo Sérgio Pinto e Eliane outro que sempre se liga neste espaço é o meu amigo José Maurício, da Cinco Estrelas lá em Pedregulho, o Miltinho Paranhos, o Carlos, Paulo Becker e Rute, além do prefeito Zezinho E mais: também lê a gente o José Nilton Goulart e Deise e ainda mais, muitos mais
Tem gente nova na casa do jovem casal Augusto César Resende Rodrigues e Sarita Ribeiro Rodrigues. Chegou dia 10 de fevereiro, na maternidade da Unimed-São Joaquim, pelas mãos da médica Ana Lúcia, o garotão Pedro Ribeiro Rodrigues, que tem como irmão o João Marcelo. O Pedro é neto do meu saudoso irmão Alcedino Rodrigues e Edalides e do João Antônio Ribeiro e da saudosa dona Sônia Sueli. Abraço a todos e vida feliz ao Pedro.
Quando da recente visita do governador Geraldo Alckmin (PSDB) a Franca, e passando pela Rádio Difusora AM, um dos que o acompanhavam era o deputado Roberto Engler (PSDB). No bate-papo preliminar, antes do governador, Engler dizia aos meus ouvintes que os políticos só têm medo de uma coisa: A voz de protesto do povo! De fato, o povo não pode permanecer calado, enquanto boa parte deles segue roubando e aprontando. É o único jeito.
A Prefeitura não pode permitir, através da Emdef, que é o órgão de ligação com a Empresa de ônibus São José, que ela continue com o processo de eliminação de cobradores, sobrecarregando os motoristas, obrigados agora a também receberem. E não venham com a desculpa que é apenas em algumas linhas. Se deixar, logo eles eliminam todo o quadro de cobradores. O que é um absurdo. A Câmara também tem que agir.
O consumidor precisa aprender a rejeitar os preços abusivos de uma forma simples e eficaz: É deixando de adquirir o que subiu demais, incluindo frutas, legumes e outros produtos que podem perfeitamente ser substituídos. Se, por exemplo, o preço do tomate subiu, basta deixar de comprar por alguns dias. O problema é que na hora que anunciam que algum preço vai subir, todo mundo corre para comprar e estocar.
Alguns motoristas são distraídos ou desconhecem os sinais de trânsito, começando pelos alertas de solo. Acontece que tem vários cruzamentos, principalmente na região central, onde é proibido estacionar para não dificultar a visão de quem vai atravessar. Mas insistem, e mesmo com as faixas amarelas pintadas no chão, eles estacionam. A polícia precisa agir e autuar.
Muda de idade hoje, o Padre Idair Perina e o João de Deus... Amanhã o Maurílio Mendes... Na terça, Dilmar Augusto Campos (Escritório Pires Audac)... Na quarta, Claudinet Simões, Elmo Soares e o colega da Difusora, Élcio Fernandes... Na quinta, a sobrinha Maria de Lourdes Rodrigues... Na sexta, o fotógrafo José Comparini e Mariela Fonseca Toscano... No sábado, sobrinhos Leonardo Leonard e Júlia Navarro de Faria e o Zé Mauro (ex-Francana).
Uma ótima colaboração chega através do meu amigo, o palmeirense Marquinho Foroni. Essa foto é do ano de 1955 e registra as Bodas de Ouro do sr. Cézar José Foroni e dona Angelina Battarello Foroni. Em pé, da esquerda para a direita: Ruy (Nóca), Leonildo Foroni, Efigênia, Elvira, Geraldo Foroni, Mirinha, Nélson Palermo, Hélia, Anésio Foroni, Tereza, Hilda, Júlio Borges e Antonieta. No sofá, ao centro: Eda, Marco, Sr.Cézar, Luís, Paulo, dona Angelina, José Ernesto e Cleusa. Agachados ou sentados: Leonildo, Moralina, Mariângela, Terezinha, Eurípedes e Nelsinho Palermo.
Aquela mulher andava pra lá de gorda. Até que ela se descuidou tanto, que acabou engordando mais e um dia se viu entalada no vaso sanitário. Desesperada, começou a gritar e o marido correu até o banheiro para ajudá-la. Fez a maior força para desentalar a mulher, mas não conseguiu. O jeito era chamar o vizinho para ajudá-lo.
Mas, a situação era complicada. Para diminuir o vexame da coitada, o marido pegou a primeira coisa que viu por perto, um capacete de motoqueiro, para cobrir as partes íntimas dela. Colocou o capacete na frente dela e chamou o vizinho. Ele entrou no banheiro com o marido e quando viu a cena, comentou:
- “Nossa!! O problema maior vai ser tirar esse motoqueiro daí”!