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Confesso fazer parte dos 93% da população favoráveis à diminuição da maioridade penal para 16 anos, até para acabar com a ousadia de muitos menores infratores, que têm certeza de sua impunidade, e quando apreendidos, chegam a debochar de autoridades policial e judiciária. Mas, também tenho lido e ouvido opiniões de pessoas experientes no assunto, ponderando outros aspectos, como a fragilidade das leis penais num todo, repleta de benefícios a criminosos maiores, como a progressão de penas, que reduz a menos da metade o tempo de condenação. Após um crime violento ou hediondo, o sujeito pega 18 ou 20 anos de reclusão, mas daí a pouco, com um sexto da pena cumprida, vai estar novamente na rua, e voltando a delinquir. Então, tem muita coisa errada e que precisa ser alterada. O médico Dráuzio Varella, com muitos anos de trabalho em penitenciárias, é favorável a uma punição maior aos menores infratores, e não apenas 3 anos no máximo de recolhimento, mas que se evitasse misturar esses menores aos bandidos “já profissionais” e cumprindo penas nas casas de detenção, geralmente superlotadas e em péssimas condições, uma vez que nossas autoridades não encaram com decisão a construção de presídios decentes. Sabemos que apenas a redução da maioridade penal não resolverá o problema da violência, mas também é necessário maior rigor com os bandidos adultos. Tudo isso depende da firme vontade popular, exigindo essas mudanças. Não podemos esperar iniciativas dos políticos, já que eles andam com seguranças e dentro de carros blindados. Por isso, só vão se mexer se forem pressionados nas ruas pelo povo.
Esta coluna é sempre lida também por alguns amigos que mudam de idade esta semana o Luís Reinaldo Bastianini o médico neurocirurgião Pedro Cury Ozonil Nascimento Garcia... o médico Paulo Sérgio Faleiros o Fábio Pacheco E mais: quem lê a gente também é a Maria Amélia, assistente da diretoria da CTBC local o amigo Michel Zamorano Cury, na Academia Exercícius e ainda muitos mais
Autoridades policiais alertam para dois momentos importantes para alguns assaltos: É quando a pessoa vai sair de sua casa, abrindo a garagem, ou quando retorna. Por isso, chamam a atenção para observar o panorama na rua antes de abrir o portão, ou na volta, ficar atento a quem está ali por perto, e só adentrar quando tiver ampla visão do local e da situação. Principalmente se for à noite ou em local ermo.
Dia desses elogiei a prefeitura de Rifaina no bom trabalho de combate à dengue, mas agora quero cobrar uma providência do prefeito Abrão Bisco, para garantir o sossego de quem vai para um fim de semana no rancho e não pode dormir quando promovem baladas em local inteiramente aberto, às margens do rio, como aconteceu no Sábado de Aleluia. A pauleira “bate-estaca” vai até o dia clarear, e ninguém dorme...
Nada contra a moçada se divertir numa balada, principalmente estando numa cidade turística como Rifaina, mas é preciso respeitar também os que vão descansar, que é a maioria dos rancheiros. Então, que a prefeitura libere alvará para essas baladas, mas num salão na cidade, fechado e com proteção acústica, como aliás é o correto. Cada um na sua, respeitando o direito dos outros, tudo bem.
Quando foi decretado o rebaixamento da nossa Francana para a última divisão do futebol paulista recebi ligação do amigo Zé Mauro, diretamente dos Estados Unidos, onde reside há anos. Ele até se emocionou ao falar da tristeza que sentia, ao saber da queda de um time que ele ajudou a colocar na primeira divisão, em 1977. De lá para cá, muita coisa mudou, e para pior. Quem vai agora encarar o desafio de tentar recuperá-la?
Não sei exatamente das condições do Conselho Tutelar, mas é preciso que esteja marcando presença em eventos onde comparecem menores, fiscalizando o consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas. Outra coisa: Dar algumas passadas pela região central, onde crianças ficam mendigando ou vendendo balinhas, enquanto os responsáveis ficam sentados por ali esperando o resultado. Tem muito disso por aí.
Quem está aniversariando hoje é o colega e amigo Anderson Pinheiro, o cantor Solimões, o professor e cronista do Comércio, Éverton de Paula, o Luís Carlos Verzola e a Wilma Regina Garcia Silva, esposa do Japa Cabeleireiro... Amanhã, a jovem Flávia de Almeida Sanches, o Sargento PM aposentado Flávio Grigolato, o Padre Alessandro Lança, o Zezinho, da Ótica Veja, e o Paulo Marques, fiscal de rendas da Prefeitura.
O simpático mineirinho seguia montado no seu burrinho, quando de repente ele empacou. Não andava de jeito nenhum e tinha muita coisa para carregar. Ele então se lembrou de um mecânico ali perto, que resolvia qualquer problema. Foi até a oficina dele.
- “Oia, seu Ademir, meu burrinho empacou. Eu sei que o senhor é mecânico, mas tem solução pra tudo, o que é que eu faço?”
O mecânico coçou a cabeça, foi lá dentro, buscou dois supositórios e explicou ao mineirinho:
- “Você coloca esse supositório de pimenta de cheiro na ‘traseira’ do burro, entendeu? Se ele não andar, você coloca esse de pimenta malagueta. Mas cuidado, que ele pode acelerar demais”.
No dia seguinte o mecânico encontrou o amigo mineirinho e quis saber:
- “O burrinho andou?”
- “Vichi se andô! Eu puis o primeiro supositório no... do burro... e se eu num boto o de malagueta no meu, nunca mais eu pegava o bicho!”