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Franca
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Dia desses uma ouvinte de rádio perguntou sobre profissões extintas ou em extinção, para trabalho de escola. O assunto chamou a atenção, rendendo várias sugestões e comentários, que vou resumir por aqui. Começamos citando a profissão de tintureiro, da época em que os homens mais usavam ternos. Falando em ternos, os alfaiates já quase não existem, pela facilidade de comprar roupas prontas. Relojoeiros também foram desaparecendo, uma vez que fica mais em conta comprar, por R$ 20, um relógio que vai servir por um bom tempo, e quando der defeito, joga fora e compra outro. Barbeiro quase não se vê. Tem cabeleireiro, mas aquele barbeiro, que ainda faz a barba dos fregueses em seu salão, com navalha, sumiu, porque os homens optaram pelo aparelho descartável tipo prestobarba. Tinha também o datilógrafo, substituído por digitadores em computador. Lembram- se dos guarda-livros? Pois é, hoje a orientação da escrita e abertura de firmas fica por conta dos escritórios de contabilidade. Telegrafista já não existe, assim como a figura do radioamador, que prestava inestimável serviço antes da explosão do celular e da internet. Outra profissão que vai desaparecendo é a do músico de orquestra, que perdeu o espaço para os DJs, que com aparelho eletrônico faz sozinho o som em eventos. Claro que com uma qualidade abaixo de um bom conjunto, mas quebra o galho e custa menos. Teríamos mais exemplos, mas ficamos por aqui, torcendo para que a minha profissão resista ainda algum tempo... se bem que as coisas mudam tão depressa, que daqui a pouco inventam uma máquina que fala ou escreve sozinha. E daí....
Esta coluna é sempre lida pelo amigo Riad Salloun o advogado Timóteo o médico Marcelo de Lima delegado de polícia Luís Carlos da Silva Coronel Brandão e esposa Ana Lídia médico Fransérgio Garcia e Lêda quem também lê a gente é o Sami Elias e Adenir E mais: o Zé de Carvalho e todo o pessoal que tem cadeira cativa no seu famoso bar vereadora Valéria Marson e Ismael Xavier e mais ainda, muitos mais
Primeiro foi Ribeirão Preto, e agora São Carlos, promovendo exposições sobre a História do Rádio, cada qual destacando seu município e seus comunicadores. Franca, que podia ter recebido peças, aparelhos e gravações para o Museu da Imagem e do Som, teve praticamente desativado o seu MIS, e amontoaram tudo numa das dependências da antiga Francal. Alegam que ele funciona numa salinha da Casa da Cultura... bem escondido.
Rifaina tem chamado a atenção de turistas de vários lugares, até da capital, que ficam encantados com a beleza de sua prainha e calçadão, que faz lembrar cidades litorâneas. Ainda agora, o seu teatro de arena, instalado num dos extremos da orla, passou por reforma, e ali perto instalaram novos bancos de madeira e outro bar e lanchonete, que segundo soubemos deverá ser explorado por gente de Franca. Muito bom.
A Corporação dos Bombeiros em Franca sempre tomou a iniciativa de promover entre seus integrantes a campanha de arrecadação de sangue denominada Bombeiro Sangue Bom. Com essas doações, aumentava bastante o estoque de sangue do hemocentro. Pois agora, dizem que a campanha está suspensa em Franca, ficando centralizada em Ribeirão Preto. Será possível que até sangue nosso estão levando pra lá?
Mudando de idade hoje, o Paulo Henrique Ravagnani (Expomóveis) e Paulo Henrique Valerine... Na terça: Rodrigo Junqueira, Sr. Silvestre (8.1) e Gelda Costa Naves... Na quarta: José Roberto Pereira (protético), Silvana Prado (Apoiar) e Edna Doca Lopes... Na quinta, o médico Antônio Marcos de Melo Júnior (Rib. Preto)... Na sexta: Regina Junqueira e Elisa Gosuen Pêra... No sábado: Noemi P. Pieri e advogado José Careta...
23/08/2015
Arquivo: Há tempos, meu leitor e amigo, o empresário Fabinho Liporoni me enviou essa foto
23/08/2015
Parabéns: Hoje é dia de abraçar um querido sacerdote Frei Carlos Marchioni
23/08/2015
Servir sempre: O Lions Clube Centro e o Franca do Imperador seguem mantendo a Casa do Diabético
O matuto sentou-se à beira da estrada, observando o engenheiro trabalhar com o teodolito: - “Dotor, pra quê que serve esse treco aí?”
- “É que vamos passar uma estrada por aqui, e estamos fazendo as medições”.
- “E precisa desse negócio pra fazê a estrada?”
- “Claro. Vocês não usam isso aqui na roça?”
- “Ah, não dotô. Aqui, quando a gente qué fazê uma estrada, a gente sorta o burro e vai seguindo ele. Por onde o bicho passa é mió pra passa a estrada”.
- “Tá bom... mas, se não tiver um burro?”
- “Bom, daí a gente chama uns engenheiro”...