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Painel
Há poucos dias, numa oportuna iniciativa, a Acif trouxe a Franca palestrantes para o 3º Congresso Empresarial, entre eles o renomado Waldez Ludwig, que abordou o tema “Um Show de Atendimento É que Faz a Diferença”. Todos os empresários, especialmente do ramo comercial, deviam ter assistido, para saber como é importante a maneira que seus parceiros ou empregados precisam receber e tratar seus clientes. Conforme a frase que aparece hoje no cabeçalho deste Painel, é muito mais difícil recuperar um cliente que ficou insatisfeito, do que conquistá-lo uma primeira vez. E vemos exemplos em lojas, escritórios, supermercados, farmácias, consultórios médicos, entre outros lugares, de atendimento desatento e algumas vezes até grosseiros, que certamente espantam o provável cliente. Por outro lado, se a pessoa que o atende chega com um sorriso no rosto, um cumprimento amável e atenção, o freguês se sente motivado a fazer uma escolha e acaba comprando. O cliente tem sempre que ser tratado como o alvo mais importante. Muito mais que o seu celular, que deve ser deixado momentaneamente de lado, em vez de permanecer lendo mensagens atrás do balcão, deixando a pessoa em segundo plano. Se o telefone tocar, mesmo que seja o da firma, diga que vai retornar a ligação e desligue, em vez de deixar o cliente presencial em segundo plano. Nos caixas, em vez de perguntar apenas se deseja a nota fiscal paulista, olhe no rosto do freguês e deseje um bom dia. O dono do negócio é quem deve ficar de olho na maneira como os clientes são atendidos, para não empurrá-los para o concorrente, e ficar reclamando só da crise.
Esta coluna é lida inclusive por alguns aniversariantes da semana, como Tia Lolita Lemos Silveira (Hallel) e minha sobrinha Sueli Cristina Navarro de Faria (quinta) Empresária Luiza Helena Trajano Rodrigues (diretora do grupo Magazine Luiza), José Antônio Turquetti e o colega Cacau, todos na sexta-feira No sábado, o sobrinho Luís Fernando Resende Rodrigues e Rita Franchini Cavalcanti, esposa do médico Saul Cavalcanti
Estou há dez anos integrando o GCN, sob a direção de Corrêa Neves Júnior e Sonia Machiavelli. Sempre tive inteira liberdade de expressão, sem jamais sofrer qualquer interferência em minhas opiniões. Então, quando vemos uma atitude de violência contra a liberdade de imprensa, em forma de um atentado como ocorreu nesta última semana, é que sentimos o quanto isso revolta toda a comunidade. Mas a luta vai continuar, sempre nessa mesma linha de atuação.
A dança de salão ganhou também força na esteira da competição promovida pelo Faustão, na Globo. A exemplo da figura do personal-trainer nas academias, surge o personal-dancer, que acompanha principalmente algumas senhoras que gostam de dançar e não têm um par disponível. Cobram por isso e dançam a noite toda. Por falar nisso, tenho visto com simpatia a dança circular, que reúne idosos e alguns jovens na Praça central, todos os domingos de manhã. Gostei de ver.
Motoristas de táxi ali da Praça do Itaú têm reclamado, com razão, das canaletas que fizeram para escoar a água de chuva, no cruzamento das ruas Campos Salles e Saldanha Marinho, uma esquina abaixo da Catedral. Alegam que não é necessário uma canaleta tão rebaixada, o que provoca a desagradável pancada. Podia ser modificada, como foi feito na Monsenhor Rosa com Tiradentes.
Mudando de idade hoje a garotinha Manoela Sanches Freitas (5 anos), o amigo Namir, José Magno Vilela Caires e o Fernando Castro, da Vila Raycos... Amanhã, o colega e amigo Roberto Franchini... Na terça: Fernando Couto Rosa, Arsênio de Freitas e Wellington Veríssimo... Na quarta: médico Marco Ubiali e o Mirandinha... Tem mais aniversariantes ali na TUP.
O camarada foi atravessar uma ferrovia, pisou no vão dos trilhos e o pé ficou preso. Vira daqui e de lá e não conseguia tirar o pé. Nisso, ouviu o apito de um trem que se aproximava. Desesperado pediu ajuda aos céus:
- “Senhor meu Deus, me ajuda... eu prometo que se eu sair daqui eu nunca mais vou beber... prometo também que eu vou na missa todos os domingos”...
O trem se aproximava e ele não conseguiu tirar o pé. As promessas continuavam:
- “Senhor meu Deus, me ajude... eu prometo que não olho mais pra mulher nenhuma”...
De repente ele puxa outra vez o pé e se solta. Nisso o trem já vinha encostando, e ele levantando a cabeça falou: - “Senhor, não precisa mais se preocupar, eu consegui me soltar sozinho”...