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Vocês, com certeza, já ouviram a afirmação de que as pessoas honestas estão presas, enquanto a bandidagem segue em liberdade. Confiram comigo a confirmação disso. As casas agora são planejadas com altíssimos muros, no lugar dos antigos e saudosos alpendres, onde as famílias se reuniam no fim da tarde e começo da noite para conversar. E mais: por cima desses muros, aquelas peças enroladas de arame farpado, que é para tornar mais difícil a entrada de ladrões. Falei de reunir a família com os vizinhos, costume que também desapareceu, por razões de assalto, sequestro e a abordagem de moradores de rua, exigindo dinheiro para comprar drogas. Em resumo, saímos cedo para o trabalho, não sem antes observar se não há ninguém suspeito nas imediações, o portão deve ser aberto e fechado rapidamente para evitar invasões. Crianças e adolescente precisam ser levados e buscados na escola, pois nunca se tem certeza que não serão assediados por algum malandro, exigindo o celular, relógio ou dinheiro. Na volta pra casa, o mais aconselhável é entrar logo, trancar portões, portas e janelas, conferir se o alarme está ligado e cada um se distrai com o que tem em casa. Enquanto isso, os bandidos estão circulando por toda a cidade, já que não existe mais o ato infracional da vagabundagem, e se não conseguem furtar, apelam para o roubo, com atos de violência. Às vezes são apanhados pela polícia, mas com a fragilidade de nossas leis, acabam saindo do plantão antes mesmo do policial que o deteve. E conta ainda com defensoria e direitos humanos, coisa que o trabalhador honesto nem sempre pode ter.
Esta coluna é lida sempre pelo prefeito de Rifaina, Abrão Bisco, seu vice, Cidinho, também o comandante da Guarda Municipal, Tenente Tomazeli, o policial militar Henrique, entre outros Também lê a gente, pessoal do CDM-Medicina Nuclear, o cardiologista Douglas, a Elizângela Carla de Souza, Elenir, Monique também confere estas linhas o Jacaré, Cidinha, Leandro e o pessoal simpático do restaurante da Avenida Alagoas E mais ainda, muitos mais
Querida colega e amiga, Sônia Menezes Pizzo, a Patrícia, já nos convida para a 43º edição de sua pioneira Noite EP, marcada para o dia 21 deste mês, no Castelinho. Por gentileza dela, sempre muito amável, estamos na sua lista, como personalidade de sempre. Claro que lá estaremos, como das vezes anteriores, nos divertindo e abraçando a comandante da festa, que é sempre muito concorrida e elogiada. Reserve também seu convite.
Para quem não sabe, uma recente estatística a respeito dos atendimentos nos hospitais públicos em todo o Brasil aponta um dado mais que preocupante: 55% dos leitos dos hospitais estão ocupados com pessoas envolvidas em acidentes de trânsito. Tem até uma propositura, no sentido de responsabilizar quem provocou o acidente, a pagar a despesa com hospitais. A verdade é que alguma coisa precisa mesmo ser feita, já que apenas a lei seca parece não ter resolvido.
Segundo o Procon de nossa cidade, o que mais tem gerado reclamações de usuários, são operadoras de telefonia celular e também de televisão. No tocante à geração de televisão, quando o usuário, por um motivo qualquer deseja mudar de operadora, mesmo vencido o prazo de fidelidade, não consegue ligar de forma nenhuma. Somente através do Procon isso é possível. Sem contar casos de erros nas cobranças.
Quem passa para idade nova hoje é o amigo Antônio Augusto Nunes de Souza e o Toninho Andrade Filho... Na terça-feira, Joaquim Pedro Sobrinho e dona Ernestina completam 59 anos de união... Na quarta é aniversário de dona Ernestina... Quinta-feira: Médico Antônio Bernardes de Pádua e a jovem Ana Laura Posteraro Medeiros... Na próxima sexta, Clóvis Eduardo Pinto Ludovice, os meus sobrinhos Diogo Sanches Neto e Renata Lima Navarro Miranda, Silvinha Alonso Bittar Cunha (Hormolab), advogado Théo Maia e Sidnei Meneghetti.
Um ricaço caçava no interior de Minas e de repente apareceu um lindo pato selvagem. Ele mirou e atirou. O pato caiu nas terras do mineirinho, que logo foi falando: - “Esse pato é meu”.
- “Nada disso -protestou o caçador- Eu atirei nele e vou ficar com o pato”.
A discussão esquentou, e o mineirinho sugeriu uma solução à moda antiga da roça. - “E como é?”
- “Eu te dou um pontapé na virilha e depois você faz o mesmo comigo. Quem gritar menos fica com o pato”. O caçador concordou. O mineirinho se preparou, lascou um daqueles chutes nas partes íntimas do sujeito, que rolou no chão durante uns dez minutos. Quando se refez, levantou-se e foi logo dizendo:
- “Agora é minha vez”. O mineirinho virou as costas, foi se afastando e resmungou: - “Nada disso. Você pode ficar com o pato!”