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Franca
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Painel
Vamos hoje completar o que iniciamos no Painel do último domingo, falando desta cidade que não tem memória. Citamos alguns dos absurdos cometidos no passado e até em data recente, mas hoje vamos nos ater ao Museu da Imagem e do Som, que praticamente perdeu o seu espaço. Ele foi criado por lei municipal, quando fui vereador, com o propósito de ver preservada a história de Franca, através da imagem, como quadros e fotos, bem como o som, com exibições, audições e gravações com francanos ilustres. Na mesma ocasião - também por proposta minha como vereador -, batizamos o MIS com o nome do artista plástico Bonaventura Cariolatto. O museu começou bem instalado, para depois ir perdendo espaço, até chegar à atual administração e ficar reduzido a uma saleta na atual Casa do Artista, sem mostrar absolutamente nada. Já a casa onde viveu Cariolatto, ficou apenas e tão somente para exibição de seus quadros, que podiam perfeitamente dividir espaço com o Museu da Imagem e do Som. Lembro-me de ter conversado com o prefeito Alexandre Ferreira sobre isso, ele até concordou mas nada foi alterado. Por acaso também, quem passou pelo MIS, teve a iniciativa de buscar alguma gravação ou registro de importantes francanos que ainda estão aí, como D. Diógenes, Laércio da Orquestra, Hélio Rubens, Patrícia, Zé Rasteiro, Rionegro e Solimões, entre tantos outros? Sem contar aqueles que já se foram e ficaram praticamente sem nenhum registro. O MIS teria também essa função, mas resolveram escondê-lo, já que, ao que parece, querem um museu de coisas novas...
Esta coluna é sempre lida pela amiga Maria Amélia de Assis, da Regional da Algar- CTBC Lá também o chefe Erly, Renata e equipe ex- delegado José Mauro David, no comando da Escola da Bíblia pelo Daniel e a esposa, Procuradora da Justiça, Daniela Poppi pelo professor Henrique José e Inês, casal de Pedregulho O atuante juiz de Direito, José Rodrigues Arimatéa E mais ainda, muitos mais
Chegou no último 26 de fevereiro, via Maternidade do Hospital São Joaquim, a garota Maria, primeira filha do casal Saulo Herker de Souza (Hotel Nena-Othon) e a médica Maísa Moscardini Herker de Souza. Maria é netinha do Ademir Pedro de Souza e Nena e Fábio Dias Moreira e Alzira Moscardini Moreira. Abraço a todos e vida longa à Maria.
Autoridades e pessoas ligadas à segurança precisam assumir uma atitude para brecar a invasão de pedintes vindos de outras cidades, bem como a postura arrogante de alguns deles, especialmente com senhoras em tudo quanto é cruzamento ou praças. Ao ser abordado, pergunte de onde ele veio e você vai constatar que chegou de outra cidade para “trabalhar” na mendicância em Franca.
Faltou muito pouco para ela completar os 98 anos, o que seria nesta próxima terça-feira, dia 8 de março. Deus programou a festa com ela no céu. Dona Augusta Paludeto partiu nesta última semana, deixando saudade. Ela não passava um dia sem estar ligada em meu programa, além de um carinho enorme com todos nós da Difusora. Era a madrinha da emissora. Já estamos sentindo sua falta.
Muitas pistas para caminhada e também ciclovias foram construídas em avenidas da cidade, mas é preciso que o setor competente da Prefeitura defina o que é para um e outro. Entendo que há espaço para ambas as atividades, mas como há reclamações a respeito, seria bom divulgar e contar com a colaboração de ciclistas e caminhantes. Só não vale apelar, não fica bem numa atividade física.
Voltamos a insistir com os conselheiros tutelares: Programem visitas inesperadas junto a certos bares frequentados pela moçada para verificar o consumo de bebidas alcoólicas por parte de garotos e garotas na faixa de 13 ou 14 anos de idade. Se a atuação for bem feita, poderão inclusive flagrar quem eventualmente esteja fornecendo bebidas a esses menores. Dizem que a situação está preocupante.
Mesmo com lei estadual recentemente aprovada, alguns jovens, à bordo de seus carros e picapes, insistem no som altíssimo pelas ruas. E o pior é que não respeitam nem as proximidades de hospitais da cidade e muito menos o horário de descanso, em plena madrugada, como podemos ouvir e constatar, especialmente aos finais de semana. É um desrespeito, que precisa ser coibido.
Mudando de idade hoje o médico Rodolfo Bartocci, o amigo Inécio Idalgo (Bar do Inécio) e Daniela Paulino Sanches... Amanhã, o Tomaz Silveira... Na terça, Padre Idair Perina e João de Deus... Na quarta, Maurílio Mendes e Dino Adestrador... Na sexta-feira, Claudinet Simões, Elmo Pedro Soares e o colega Élcio Fernandes... E no sábado próximo, minha sobrinha, Maria de Lourdes Rodrigues. Abraço a todos.
O Quim, o Zé e o Joca trabalhavam numa obra, quando de repente o Quim caiu do 15º andar e morreu. Tinha que avisar a viúva, e o Joca se dispôs a ir. Uma hora depois ele está de volta com um engradado de cerveja no ombro, dizendo que tinha ganhado da viúva.
- “Foi assim: quando ela abriu a porta eu perguntei: A senhora é a viúva do Quim?”
- “O senhor está muito enganado. Eu não sou viúva. Meu marido está vivo”.
- “Aí eu falei: Quer apostar uma caixa de cerveja?”