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Painel
Segundo um trabalho de pesquisadores americanos, pessoas que costumam ser gentis no dia a dia têm níveis menores de estresse. A comparação de dados colhidos atesta o nível de bem estar. E não precisa se esforçar tanto. Abrir a porta para um desconhecido e dar a ele a preferência, buscar uma xícara de café para o colega de trabalho ou oferecer uma carona são poderosas ferramentas contra o estresse, tão comum nos dias de hoje. Uma das razões para isso é que talvez a pessoa que está ajudando desvia sua atenção de seus próprios problemas. Isso nos faz lembrar de uma frase de André Luiz, dizendo que as pessoas que enxugam lágrimas alheias não têm tempo de chorar. Quantos são os casos em que a pessoa foi encontrar uma razão para fugir de situações dramáticas e dolorosas, dedicando parte de seu tempo como voluntário em alguma casa de caridade! E tudo começa nos menores detalhes. Estando no trânsito, em vez de olhar o outro como um inimigo, deixe ele passar à sua frente, e você vai se sentir melhor do que se dificultasse o seu acesso. Em vez de devolver um xingamento com aquele gesto feio e indelicado, sorria e se desculpe, que você estará desarmando completamente a pessoa. Observe uma coisa: Quando você discute, xinga, se descontrola, você está estragando seu dia. Se, ao contrário, agir com calma e controle, vai se sentir leve e muito melhor. Não se esqueça que gentileza gera gentileza, assim como violência atrai violência. Aí você decide.
Mais alguns amigos que aniversariam esta semana e também curtem o Painel: O médico Miguel Sabbia Neto, o colega do GCN Marco Felipe, Fernando Soares Ferreira, Laura e Kênia Posteraro, Elizabeth Dionísio, esposa do meu amigo Toninho Dionísio, Sérgio Baía, braço direito do W.Veríssimo e mais a colega Lúcia Maníglia Brigagão também Maria José Rao Bartocci (esposa do médico Rodolfo Bartocci)
Sugestão que recebi do amigo Alcides Viotto fala de melhorar o visual da principal entrada da cidade, vindo pela Cândido Portinari, e que podia ter um portal, bem arquitetado, anunciando a Franca, Capital do Calçado. Quem sabe a Prefeitura promove um concurso entre arquitetos para escolher o melhor. Um destaque também para a Cidade do Basquete. Fica aí a dica.
A Prefeitura podia buscar uma parceria com firmas instaladas ao longo de algumas avenidas, adquirindo algumas lixeiras, onde comerciantes e moradores possam depositar os sacos de lixo, em vez de amontoá-los no canteiro central, que acabam sendo rasgados e fica muito feio. Podia até ser pintada nelas o nome da empresa, no estilo do adote uma praça. Mas sem os mesmos abusos na propaganda.
A Secretaria de Segurança do município, lá do Tenente Buranelli, podia ouvir opiniões e estudar uma maneira de regulamentar o uso de vagas para idosos, principalmente na área central. A pessoa teria direito a um tempo determinado e não o que alguns fazem, chegando cedo, já encostam e saem dali apenas no fim do período. E alguns deles são donos ou funcionários de lojas. Há muitas sugestões. Basta querer ouvir.
Mudando de idade hoje o fotógrafo José Comparine, da Prefeitura, e a jovem Mirela Fonseca Toscano... Amanhã será a vez dos meus sobrinhos, Leonardo Navarro Leonard, Júlia Navarro de Faria, Elisa Botelho Sanches e ainda o ex-jogador da Francana, agora nos Estados Unidos, Zé Mauro... Na terça-feira, o amigo Paulo Célio Moscardini, lá no Caetetu... Outros nomes ali na TUP...
Dois amigos conversando e tomando algumas no bar. A certa altura, um deles falou:
- “Sabe, cara, finalmente resolvi pela separação. Tô meio deprimido, mas agora vou organizar minha vida de forma diferente”.
E o outro:
- “Bom, Carlos, então agora posso te falar. Sua mulher andava mesmo com todo mundo. Dizer a verdade eu mesmo não peguei em consideração a você. Fez bem de separar”...
- “Peraí, Beto... não falei da minha mulher. Eu me separei do meu sócio!”