PROTESTO NA UNICAMP

Protesto na Unicamp trava Guilherme Campos, Tapetão e D. Pedro

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Rota das Bandeiras
Manifestação de estudantes e trabalhadores afeta acesso pela Avenida Guilherme Campos e marginais da D. Pedro I, em Campinas
Manifestação de estudantes e trabalhadores afeta acesso pela Avenida Guilherme Campos e marginais da D. Pedro I, em Campinas

A manifestação de estudantes e trabalhadores da Unicamp afeta, na manhã desta terça-feira, dois importantes acessos ao distrito de Barão Geraldo, em Campinas. Além da região da Avenida Guilherme Campos, próxima às marginais da Rodovia D. Pedro I, o protesto também provoca reflexos na entrada pela Rodovia Zeferino Vaz, no trecho conhecido como Tapetão.

  • Clique aqui para fazer parte da comunidade da Sampi Campinas no WhatsApp e receber notícias em primeira mão.

Motoristas que seguem para o campus da Unicamp, para universidades da região e para a área da saúde, incluindo o Hospital de Clínicas e o Hemocentro, devem redobrar a atenção e buscar rotas alternativas.

O ato ocorre em meio à mobilização de trabalhadores da Unicamp, que aprovaram greve a partir de segunda-feira, 11 de maio, com apoio do STU, o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp. A categoria protesta contra o índice de reajuste de 3,47% apresentado pelo Cruesp, o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas.

Segundo o sindicato, o percentual não repõe integralmente as perdas inflacionárias e fica distante da reivindicação de 15,97% defendida pelo Fórum das Seis, que reúne entidades representativas das universidades estaduais paulistas.


Divulgação/STU

Os estudantes também participam da mobilização após assembleia geral que aprovou indicativo de greve na universidade. Segundo o Diretório Central de Estudantes, o encontro reuniu mais de mil alunos, além de trabalhadores da instituição.

Entre as reivindicações estudantis estão a reforma e ampliação da moradia estudantil, a construção de moradia no campus de Limeira, contratação de docentes, melhorias no atendimento a casos de assédio e críticas ao processo de autarquização da saúde.

Em nota anterior, a Reitoria da Unicamp informou que mantém diálogo contínuo com entidades estudantis e direções das unidades dos campi de Campinas e Limeira. A administração afirmou que busca soluções consensuais para as demandas apresentadas e que estudos seguem em andamento dentro das possibilidades orçamentárias da universidade.

Comentários

1 Comentários

  • Umberto Tavares Galindo 4 dias atrás
    Faz o L grandão agora. Não era apoiadores do ex presidiário. Chupa kkkkkkkk