Mario Frias chama operação de cortina de fumaça em ano de eleição
O deputado federal Mario Frias (PL) criticou a operação da Polícia Federal de busca e apreensão contra ele nesta quinta-feira (10).
Ele chamou de "cortina de fumaça" a operação e ressaltou não haver mandado de prisão contra ele em processo que, segundo Frias, não tem fundamento.
Frias afirmou que a investigação se refere a emenda "pública, registrada e transparente" entregue por ele como deputado.
Ele afirmou que a defesa pede acesso "há meses" ao inquérito, sem sucesso, e que tem sabido das movimentações por meio da imprensa.
"Se há uma nota que a CGU quer ver, isso se resolve com documento, não com operação em ano de eleição", afirmou, dizendo que vai colaborar com as autoridades.
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Comentários
5 Comentários
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Darsio 14/09/2026Como ator é um fracasso, mas como ladrão dos cofres públicos, esse sujeito possui Doutorado. E, advinhem quem foi o seu professor orientador? Sim! Foi o Ptofessor Bolsonaro, PHD em roubar os cofres públicos e em alienar idiotas. -
Darsio 13/09/2026POR QUAL MOTIVO ESSE VAGABUNDO E CORRUPTO NÃO ESTÁ NA CADEIA? SOBRAM PROVAS DO QUANTO ESSA DESGRAÇA DE PESSOA ROUBOU DO ERÁRIO PÚBLICO PARA ABASTECER A NÃO MENOS DESGRAÇADA FAMILÍCIA BOLSONARO!!! CADEIA PARA ESSE FDP E JÁ!!! -
Rafael Moia Filho 11/09/2026Cortina de fumaça? Um filme com recursos múltiplos de emendas, dinheiro do Banco Master, sem transparência nenhuma. Cortina de fumaça? Então porque o deputado sumiu e não ficou em SP para esclarecer tudo, afinal se era uma cortina de fumaça seria simples do deputado esclarecer tudo. -
CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA 11/09/2026Quão uma pessoa usa termos como "curtina de fumaça", é um grande sinal de falta de inteligência. #ficaadeixa -
jaques campos 11/09/2026Sem noção esse deputado, investigações por natureza tem sigilo, e quem tem procedimentos criminosos por costume sempre tentam justificar suas atitudes, as provas desses crimes foram vazadas ja a tempos e o ministro Andre Mendonça vinha passando pano para os envolvidos, e usando com fins eleitoreiros, procedimento diferente do ministro Flavio Dino que fez o que deveria ser feito por lei.