OPINIÃO

Movimento pela paz mundial


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Shigueko Sakai

Eclosões de guerras nos continentes vizinhos das mais violentas e sangrentas se intensificam, dentre outras, na Faixa de Gaza, entre Hamas e Israel, tudo por questões geopolíticas, ideológicas, religiosas e outras.

Inadmissível no mundo globalizado e sem fronteiras com avançadas tecnologias em informática a que vivemos atualmente. O nosso atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tem toda razão quando afirmou que "não se busca a paz fornecendo armas".

Bem ciente ficou o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky o motivo da não extensão da ajuda no conflito que enfrenta frente à invasão Russa. Nada elogiável o presidente dos EUA que, em nome da democracia, fornecem instrumentos bélicos de toda a natureza para a Ucrânia.

Para cumprir a finalidade da Carta das Nações Unidas, isto é, "manter a paz e segurança internacionais; desenvolver relações amistosas entre as nações; conseguir uma cooperação internacional para resolver problemas internacionais e promover e estimular o respeito aos direitos humanos e ser um centro destinado a harmonizar a ação das nações para a consecução desses objetivos comuns", a intervenção humanitária da ONU (Organização das Nações Unidas) se faz necessária por um dos seus membros, dentre eles, o Brasil.

A intensa intervenção dos EUA nos países em conflito, a Rússia e Ucrânia e, no atual, Hamas e Israel, é de observar, querer demonstrar o poderio dominante, mais precisamente monetariamente e instrumentos bélicos ao mundo global. Nada elogiável com total desvio de finalidade ditada na Carta das Nações Unidas.

O silêncio da maioria das nações soberanas confirma representar movimento pela paz mundial. Sem armas de destruição de bens materiais e humanas.

Quer a vida em coletividade e em paz, sem fronteiras e sem distâncias.

Eu, particularmente, sou da opinião de prevalecer o respeito a cada povo de cada nação com seus usos e costumes, esteja ele, no país com regime de governo "capitalismo", "socialismo // comunismo", ou, islâmico.

Os conflitos internos de um país ou entre duas nações, que se resolvam entre eles. A intervenção humanitária pelos membros das nações pertencentes à ONU há de prevalecer o não usa da arma bélica e seguir o quanto ditado na Carta das Nações Unidas.

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