A participação de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio acabou se tornando um dos assuntos mais comentados após a apuração do Grupo Especial no Rio. A escola terminou fora das primeiras posições e perdeu décimos importantes em quesitos avaliados pelos jurados.
Virginia teve problemas com sua fantasia na estreia à frente da bateria da Tricolor de Duque de Caxias, o que levantou dúvidas sobre uma possível perda de pontos. Seu 'tapa-sexo' descolou, mas não chegou a cair.
Durante a leitura das notas, a Grande Rio sofreu descontos especialmente em Bateria, Fantasias e Harmonia. No quesito Bateria, as notas abaixo da máxima impactaram diretamente o somatório final da agremiação, contribuindo para que a escola ficasse distante do grupo das campeãs.
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A estreia de Virgínia na Marquês de Sapucaí chamou atenção desde o anúncio. No entanto, durante o desfile no Marquês de Sapucaí, a influenciadora enfrentou imprevistos com a fantasia. Parte da estrutura precisou ser ajustada ainda na avenida, o que gerou grande repercussão nas redes sociais.
Internautas passaram a debater se os contratempos poderiam ter influenciado na avaliação dos jurados. Especialistas em carnaval, porém, reforçam que o julgamento é coletivo. O quesito Bateria, por exemplo, considera o desempenho do conjunto dos ritmistas e a harmonia musical apresentada ao longo do desfile.
A própria Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro estabelece critérios técnicos que avaliam evolução, sintonia e regularidade da escola como um todo — não apenas a performance individual de um integrante.
Com o resultado final, a Grande Rio ficou fora do tradicional Desfile das Campeãs. Já o título do carnaval deste ano ficou com a Unidos do Viradouro, que conquistou as maiores notas na soma geral.
A participação de Virgínia, mesmo cercada de expectativas, acabou ampliando o debate sobre celebridades na avenida e o impacto midiático dentro da maior festa popular do país.