As olheiras, geralmente associadas ao cansaço e à privação de sono, podem estar relacionadas a condições que envolvem carências nutricionais, alterações hormonais ou predisposição genética. Embora sejam comuns, sua persistência pode sinalizar a necessidade de avaliação clínica.
Saiba Mais:
A deficiência de vitaminas como D, K, E e do complexo B está entre os fatores que favorecem o surgimento das olheiras. Níveis inadequados desses nutrientes afetam a saúde da pele e podem intensificar a coloração na região abaixo dos olhos. Em algumas situações, a suplementação pode ser indicada, sob orientação profissional.
Outros elementos contribuintes incluem noites mal dormidas, alergias, desidratação e até anemia por deficiência de ferro. A pele ao redor dos olhos, por ser mais fina, tende a reagir com mais facilidade a essas alterações, evidenciando a coloração escurecida. Disfunções na tireoide ou nos rins também podem interferir na aparência da região.
A herança genética é outro fator relevante. A espessura da pele e a pigmentação natural variam entre as pessoas e podem tornar as olheiras mais visíveis. Com o avanço da idade, a redução de colágeno e gordura facial aumenta essa visibilidade, já que os vasos sanguíneos abaixo da pele ficam mais aparentes.
A adoção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, restrição ao tabagismo e redução do consumo de bebidas alcoólicas, também colabora com a manutenção da saúde da pele. Caso as olheiras se tornem recorrentes ou se agravem, é recomendada a consulta com um profissional de saúde para investigação adequada.