30 de março de 2025
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A quantidade ideal para tomar água e reduzir o risco de AVC

Por Will Baldine | Jornal de Piracicaba |
| Tempo de leitura: 2 min
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De acordo com os estudos, o ideal é consumir seis copos de água por dia, o que corresponde a cerca de 1.800 a 2.000 ml

A ingestão adequada de água é um hábito simples, mas de grande importância para a saúde cerebral. De acordo com um estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, o consumo de, pelo menos, cinco copos de água por dia pode reduzir em até 53% o risco de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Saiba Mais:

Além disso, a pesquisa aponta que manter-se bem hidratado também pode beneficiar a recuperação de pessoas que já passaram por um AVC, destacando a relevância desse comportamento para a saúde cotidiana.

Desidratação

Em 2015, cientistas do Hospital Johns Hopkins descobriram que a desidratação pode aumentar em até quatro vezes as chances de complicações cardiovasculares. Isso ocorre porque a falta de hidratação torna o sangue mais espesso, o que favorece a formação de coágulos, um fator de risco para o AVC.

“A água é essencial para o fluxo sanguíneo adequado. Bebidas como sucos e refrigerantes não oferecem os mesmos benefícios – a hidratação eficaz vem da água pura”, explicam os especialistas.

De acordo com os estudos, o ideal é consumir seis copos de água por dia, o que corresponde a cerca de 1.800 a 2.000 ml.

O que é o AVC? 

O AVC ocorre quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo em uma área do cérebro, podendo causar sintomas como:

Em alguns casos, o AVC pode ocorrer sem apresentar sintomas evidentes, o que o torna ainda mais perigoso.

A água como aliada na prevenção 

A hidratação vai além de um simples hábito: ela é uma medida preventiva importante para o cérebro e o coração. Pequenas mudanças, como aumentar o consumo de água ao longo do dia, podem desempenhar um papel fundamental na preservação da saúde.

Portanto, é importante manter-se atento à ingestão de água e considerar esse gesto simples como um aliado na proteção contra doenças graves.