21 de outubro de 2026
TRANSPORTE COLETIVO

Após assembleia, sindicato descarta paralisação de ônibus em SJC

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Situação com a empresa Saens Peña está normalizada, diz sindicato

O Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba descartou a possibilidade de paralisação dos ônibus em São José dos Campos na manhã desta quarta-feira (21), após uma assembleia com trabalhadores da empresa Saens Peña.

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Segundo o presidente da entidade, Ronaldo Costa, a situação na cidade já foi normalizada. “Em São José foi apenas uma assembleia, e já está tudo normalizado”, afirmou.

A mobilização havia sido anunciada na noite de terça-feira (20), depois que o sindicato apontou o atraso no pagamento do vale-alimentação dos funcionários da Saens Peña.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente da entidade havia informado que representantes do sindicato estariam na portaria da empresa na madrugada desta quarta-feira para cobrar uma solução.

“Se o trabalhador está sendo prejudicado, o sindicato tem que agir imediatamente”, declarou Costa na gravação.

Com a normalização da situação, a possibilidade de interrupção do transporte coletivo em São José dos Campos foi descartada pelo sindicato.

Taubaté amanhece sem ônibus

Enquanto São José dos Campos não terá paralisação, Taubaté enfrenta uma interrupção no transporte coletivo nesta quarta-feira (21). Os ônibus operados pela ABC Transportes não circulam devido ao atraso no pagamento do adiantamento salarial dos trabalhadores, segundo o Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba.

De acordo com Costa, o depósito deveria ter sido realizado na terça-feira (20). A retomada do serviço depende do pagamento dos valores devidos aos motoristas e cobradores.

“Em Taubaté está parado e estamos aguardando o pagamento cair na conta do pessoal. Está parado por falta de pagamento do adiantamento”, afirmou o presidente do sindicato.

A entidade também contestou a justificativa atribuída à empresa de que o atraso estaria relacionado à falta de repasses financeiros da Prefeitura de Taubaté.

“Só que o trabalhador não tem nada a ver com a prefeitura. E o sindicato também não tem nada a ver com a prefeitura, não. Isso é responsabilidade deles. Os trabalhadores têm que receber da empresa”, declarou Costa.