A Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) realizou uma operação durante a noite de quarta-feira (1º) e a madrugada de quinta-feira (2) no distrito de Quiririm, em Taubaté, em busca de suspeitos ligados ao atentado contra o tenente da Polícia Militar Ronickson Pimentel dos Santos, 39 anos, baleado na cabeça em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
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A ação mobilizou equipes policiais da Rota, que fizeram bloqueios em ruas do distrito, percorreram residências e solicitaram imagens de câmeras de segurança de moradores. A movimentação chamou a atenção da população local. As informações são da TV TH+ SBT Vale.
Segundo a investigação, um dos veículos que teria dado apoio ao ataque possui placas de Taubaté e foi identificado circulando por Quiririm. A partir dessa informação, policiais ampliaram as buscas para tentar identificar o trajeto do automóvel e possíveis envolvidos no crime.
Moradores relataram a presença de diversas viaturas durante a operação. Uma residente, que preferiu não se identificar, afirmou que policiais informaram sobre a periculosidade dos suspeitos e pediram acesso às gravações das câmeras instaladas nas casas da região.
Desde o ataque contra Ronickson, policiais militares da Rota já mataram quatro suspeitos em supostos confrontos.
O tenente Ronickson Pimentel dos Santos foi baleado no último dia 27 de junho, em São Caetano do Sul, quando estava em deslocamento. Ele permanece internado, e a investigação conduzida pelas autoridades trata o caso como uma tentativa de execução planejada.
De acordo com informações divulgadas por veículos nacionais, o atentado teria sido preparado durante meses, com monitoramento da rotina da vítima, uso de veículos de apoio e definição prévia das rotas utilizadas pelo policial.
O caso ganhou repercussão nacional também porque o tenente é irmão de Eloá Pimentel, jovem morta em 2008, aos 15 anos, em um crime que marcou o país. Apesar da relação familiar, a investigação atual concentra esforços na identificação dos autores do atentado e na participação de cada suspeito na ação criminosa.
A Polícia Militar segue analisando imagens de monitoramento e outras provas para esclarecer a dinâmica do ataque. As autoridades também reforçam a importância da colaboração da população, especialmente de moradores que possuam registros de câmeras de segurança feitos no período investigado.