10 de julho de 2026
FEMINICÍDIO

Júri popular de acusado de matar professora de São José em 2020 é marcado para fevereiro

Por Gabriel Campoy | São José dos Campos | São Paulo
| Tempo de leitura: 1 min
Arquivo Pessoal
Protesto pela morte da professora joseense Priscila Tatiana, em 2020

Réu pelo assassinato da professora joseense Priscila Tatiana em julho de 2020, em São Paulo, Robson Fernando Vitor da Silva, que é ex-marido da vítima, irá a júri popular no próximo dia 13 de fevereiro na Barra Funda, na zona oeste da capital paulista.

Robson será julgado por homicídio qualificado. O crime ocorreu no dia 17 de julho de 2020. Priscila Tatiana havia saído de sua residência, em São José, para fazer compras em um supermercado da cidade. O último contato foi por telefone, com uma amiga, por volta das 19h.

O corpo da professora foi encontrado no dia seguinte, dentro de um carro no Jardim Ângela, em São Paulo. O aparelho celular de Robson Fernando foi encontrado próximo ao veículo.

Um mês depois, no dia 19 de agosto, o ex-marido da vítima foi preso após denúncia anônima. Robson e Priscila estiveram juntos por 10 anos e tinham dois filhos.

PROTESTOS.

Diversos protestos foram realizados na época do crime, sendo a maioria organizados por amigos e parentes da professora joseense.

“Infelizmente o feminicídio continua, mas a nossa luta também. Luto por Justiça pela minha filha, mas também por todas as mulheres que sofrem com esse mal. Se eu ficar quieto não vai resolver nada. Minha filha não volta mais, mas eu preciso falar e divulgar sobre esse problema sempre”, disse o pai de Priscila, Rodolfo Almeida da Cruz.