11 de julho de 2026
Polícia

Polícia Civil de Taubaté vai ouvir dono de arma que matou menina de 13 anos

Por Thais Perez | Taubaté
| Tempo de leitura: 2 min
Jesse Nascimento
A Polícia Civil investiga como a menina teve acesso à arma que utilizou para atirar contra Ana Lívia

O tio da menina de 12 anos que matou Ana Lívia, de 13, na última terça-feira (25), em Taubaté, deve ser ouvido pela polícia civil na próxima semana. Até este sábado (1), ele ainda não havia sido chamado para depor na delegacia. A Polícia Civil investiga como a menina teve acesso à arma que utilizou para atirar contra Ana Lívia.

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De acordo com os advogados da mãe de Ana Lívia, a amiga que tirou sua vida foi ouvida pelos policiais e declarou que a arma que foi utilizada para cometer o crime pertence a um tio dela, que seria agente de segurança. Contudo, a menina, que atualmente está internada na Fundação Casa de São José dos Campos, não explicou como teria conseguido a arma e como sabia atirar com ela.

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A Polícia Civil vai continuar investigando os fatos ocorridos para esclarecer a dinâmica do crime. De acordo com a polícia, a acusada confessou que matou Ana Lívia e teria dito que a motivação seria ciúmes da amizade dela com outra menina. As meninas eram amigas e iam para a escola juntas todos os dias.

O CRIME.

O caso aconteceu no bairro Jardim Paulista. A menina de 12 anos confessou para a polícia que atirou contra a nuca de Ana Lívia antes de ir para escola -- ela disse que a arma, uma pistola calibre 380, pertencia a um tio, agente de segurança pública.
No dia do crime, Lívia ligou para avisar à mãe que sua amiga iria mais cedo para sua casa. Esse procedimento era rotineiro, já que Lili, a menina de 12 anos e outra amiga iam juntas para a escola de carona com a mãe dessa colega de escola.

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Algumas horas depois, a mãe que levaria as garotas à escola ligou para Jéssica, avisando que Lívia não havia aparecido e que a menina de 12 anos, que matou Ana Lívia, havia mandado uma mensagem dizendo que havia voltado para casa para buscar um tênis. Jéssica voltou para casa por volta das 13h. Lá encontrou a filha no quarto, deitada de bruços, em cima de uma mesa de cabeceira. “Ela recebeu um tiro na nuca e caiu em cima do móvel”, explica a mãe.

A menina que fez o disparo foi à escola normalmente depois do crime e foi apreendida horas depois, quando confessou o caso e foi levada à Fundação Casa de São José dos Campos. De acordo com a mãe da vítima, Lili e a atiradora eram amigas e haviam tido uma discussão por ciúmes de outra colega. A atiradora teria dito que a filha de Jéssica teria “roubado” sua amiga.