A Polícia Civil prendeu mais um suspeito de integrar uma associação criminosa investigada por roubos violentos durante a segunda fase da Operação Bobina de Ariadne, realizada em Pindamonhangaba. A ação foi conduzida pela Deic (Delegacia Especializada de Investigações Criminais) de Taubaté, responsável pelo inquérito.
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Segundo a Polícia Civil, o homem foi identificado após a primeira fase da operação, deflagrada em 17 de setembro. A prisão temporária foi cumprida nesta quarta-feira (28), conforme o comunicado divulgado pela corporação.
A investigação apura a participação de suspeitos em crimes de associação criminosa e roubo circunstanciado, com agravantes relacionados à atuação de várias pessoas, ao uso de arma de fogo de uso restrito e à restrição da liberdade das vítimas.
Cinco suspeitos já foram presos
Na etapa inicial da operação, os policiais cumpriram cinco mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça após representação da autoridade policial e manifestação favorável do Ministério Público.
Durante as diligências, foram apreendidos fios metálicos em grande quantidade, armas, munições e dinheiro. Os policiais também localizaram um caminhão com suspeita de adulteração dos sinais identificadores e um Porsche Cayenne blindado que, segundo a investigação, estaria envolvido em atividades ilícitas.
De acordo com a Deic, as apurações apontam para a atuação estruturada de pessoas suspeitas de envolvimento em crimes patrimoniais praticados com violência e grave ameaça.
Investigações continuam
Com a prisão de mais um investigado, a Polícia Civil busca identificar e localizar outros possíveis integrantes do grupo. O objetivo é avançar na apuração dos crimes e desarticular a associação criminosa investigada.
A corporação não informou detalhes sobre a identidade do novo preso nem sobre eventuais outros alvos da investigação.
Bobina de Ariadne
O nome da operação faz referência à mitologia grega. Na história, o fio de Ariadne ajuda a percorrer um labirinto e encontrar o caminho até seu núcleo.
Segundo a Polícia Civil, a escolha faz alusão a um dos elementos materiais identificados no início das investigações, que serviu como ponto de partida para aprofundar as diligências e chegar aos suspeitos.