Obras de escavação do metrô em SP utilizam a maior tuneladora da América Latina que, por meio de votação popular, foi batizada de Hebe Camargo, em homenagem à apresentadora nascida em Taubaté. O equipamento começou a operar na expansão da Linha 2-Verde, que vai estender a malha metroviária da estação Penha, na zona leste da capital, até a futura estação Dutra, na divisa com Guarulhos.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp
A escolha do nome da artista nascida perpetua a memória da "rainha da televisão brasileira" no maior projeto de infraestrutura de transporte sobre trilhos em andamento no país.
Com 133 metros de comprimento, peso aproximado de 2,6 mil toneladas e uma roda de corte com 11,67 metros de diâmetro, o "tatuzão" Hebe Camargo impressiona pelo porte e pela tecnologia empregada nas escavações.
Durante sua jornada para abrir 5,8 quilômetros de túnel, a máquina deve retirar cerca de 620 mil metros cúbicos de terra, volume comparável ao conteúdo de 248 piscinas olímpicas. Além de escavar o solo, o equipamento instala simultaneamente milhares de anéis de concreto que formam a estrutura de revestimento e sustentação das galerias.
Com avanço médio estimado em 12 metros por dia, a tuneladora Hebe Camargo atua em conjunto com a tuneladora Cora Coralina, acelerando as frentes de trabalho para conectar a capital paulista à Região Metropolitana de São Paulo.