A Prefeitura de São José dos Campos prevê aumento de 12,01% no orçamento de 2027, no comparativo com a receita fixada para 2026 - como o cálculo não leva em consideração a inflação para esse ano, que deve ser de 5,01%, o crescimento real será menor.
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No projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) do ano que vem, o prefeito Anderson Farias (PSD) estima arrecadação de R$ 5,098 bilhões. Na LOA de 2026, a previsão foi de R$ 4,551 bilhões.
Já a Câmara deve ter um aumento de 7,83% no orçamento, passando de R$ 151,2 milhões esse ano para R$ 163,1 milhões no ano que vem.
Treze secretarias terão aumento real no orçamento
Apesar do aumento na receita geral, duas secretarias terão retração no orçamento: Gestão de Obras terá aumento de 2,72% (de R$ 54,2 milhões para R$ 55,6 milhões), abaixo da inflação; e o Gabinete seguirá com R$ 600 mil, mesmo valor fixado para 2026.
Outras 13 secretarias terão aumento real no orçamento em 2027: Governança, de 86,51% (de R$ 32,2 milhões para R$ 60,1 milhões); Urbanismo e Sustentabilidade, de 75,97% (de R$ 30,1 milhões para R$ 53 milhões); Gestão Administrativa e Finanças, de 72,73% (de R$ 83,2 milhões para R$ 143,8 milhões); Proteção ao Cidadão, de 56,31% (de R$ 71,5 milhões para R$ 111,8 milhões); Mobilidade Urbana, de 52,04% (de R$ 231 milhões para R$ 351,2 milhões); Assuntos Jurídicos, de 21,69% (de R$ 18,2 milhões para R$ 22,2 milhões); Inovação e Desenvolvimento Econômico, de 20,71% (de R$ 17,5 milhões para R$ 21,2 milhões); Habitação, de 16,19% (de R$ 59,2 milhões para R$ 68,8 milhões); Esportes e Qualidade de Vida, de 13,19% (de R$ 82,7 milhões para R$ 93,6 milhões); Manutenção da Cidade, de 11,81% (de R$ 328,7 milhões para R$ 367,6 milhões); Educação e Cidadania, de 10,62% (de R$ 1,318 bilhão para R$ 1,458 bilhão); Apoio Social ao Cidadão, de 9,05% (de R$ 118,5 milhões para R$ 129,3 milhões); e Saúde, de 7,08% (de R$ 1,191 bilhão para R$ 1,275 bilhão).
Receita total do município será de R$ 5,8 bilhões
Incluindo também a administração indireta, a receita prevista para o município em 2027 é de R$ 5,894 bilhões, o que representa um aumento de 9,63% sobre o montante projetado para 2026, de R$ 5,376 bilhões.
O IPSM (Instituto de Previdência do Servidor Municipal) estima receita de R$ 753 milhões no ano que vem, e despesa de R$ 885 milhões.
A Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza) prevê receita de R$ 35 milhões e despesa de R$ 116 milhões. E a FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo) estima receita de R$ 7,9 milhões e despesas de R$ 38 milhões em 2026.