MORTE DA ESPOSA

Laudo reforça acusação contra tenente-coronel por morte de Gisele

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução

Um novo laudo do IC (Instituto de Criminalística) da Polícia Civil de São Paulo reforçou a conclusão de que a policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, não cometeu suicídio. O documento aponta ainda a participação de uma segunda pessoa na dinâmica da morte da PM, ocorrida em fevereiro deste ano, na capital paulista.

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O laudo foi elaborado pela perita criminal Amanda Rodrigues Marinone para responder a questionamentos apresentados pela defesa do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 54 anos, marido de Gisele. O documento foi anexado ao processo na sexta-feira (2).

Nascido em Taubaté e residente em São José dos Campos, o oficial é réu por feminicídio e fraude processual. Ele é acusado de matar a esposa com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro de 2026, na capital paulista, e de alterar a cena do crime para simular suicídio.

Segundo a perícia, seria impossível que o corpo de Gisele tivesse sido encontrado na posição registrada no local caso ela própria tivesse efetuado o disparo contra a cabeça. A conclusão reforça os laudos anteriores, que já haviam descartado a hipótese de suicídio.

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro de 2026. Geraldo é réu e está preso, acusado de feminicídio e fraude processual. Segundo a acusação, ele teria matado a esposa e alterado a cena do crime para simular um suicídio.

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