A Corregedoria Geral da Polícia Civil investiga de qual arma partiu o disparo que matou Maria Eduarda Santana Nascimento, de 24 anos, durante uma tentativa de assalto. A jovem estava dentro do carro quando foi atingida na quinta-feira (1º), durante uma troca de tiros entre um policial civil e o suspeito do roubo.
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O caso aconteceu na Estrada de Itapecerica, na zona sul de São Paulo, na altura do número 3.395. O suspeito também foi baleado e morreu. Os dois óbitos foram confirmados no Hospital do Campo Limpo.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o caso é investigado por meio de um inquérito instaurado pela Corregedoria. A apuração aguarda os laudos periciais, que devem ajudar a esclarecer a origem do disparo que atingiu Maria Eduarda.
O policial civil que presenciou a tentativa de roubo consta como parte do inquérito, prestou depoimento e, segundo a SSP, continua trabalhando. A pasta informou que a investigação busca esclarecer integralmente a dinâmica da ocorrência.
Como ocorreu a tentativa de assalto
De acordo com o relato apresentado pelo policial, ele presenciou a tentativa de roubo e decidiu intervir. O agente afirmou que o suspeito estava armado e também efetuou disparos durante a ação.
O policial reagiu e atirou contra o homem. Durante a troca de tiros, Maria Eduarda, que estava no veículo abordado, foi atingida. Ela recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
O suspeito também foi baleado e morreu após ser levado para atendimento. Equipes da Polícia Militar prestaram apoio à ocorrência.
Perícia deve esclarecer origem do disparo
A principal questão investigada pela Corregedoria é qual das armas utilizadas na ocorrência efetuou o tiro que matou Maria Eduarda. A análise balística e os demais exames periciais deverão ser considerados na investigação.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram um homem de capacete caído na via e um carro de cor vinho com marcas de tiros nos vidros. A dinâmica registrada pelas imagens também faz parte dos elementos que podem ajudar na reconstrução da ocorrência.
O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa e equipes especializadas foram acionados para preservar as provas e auxiliar na investigação.
A SSP informou que a Corregedoria mantém a apuração e aguarda os resultados dos exames periciais antes de concluir a dinâmica dos disparos.