NO BELÉM

Espera para comprar jazigo em cemitério de Taubaté chega a 5 anos

Por Sessão Extra | Taubaté
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/PMT
Fila de espera no Cemitério Municipal do Belém tem 1.000 pessoas, sendo que 50 delas aguardam desde 2021; Prefeitura nega risco de esgotamento da capacidade e descarta construir nova unidade pública
Fila de espera no Cemitério Municipal do Belém tem 1.000 pessoas, sendo que 50 delas aguardam desde 2021; Prefeitura nega risco de esgotamento da capacidade e descarta construir nova unidade pública

Jazigos
A fila de espera para adquirir um jazigo no Cemitério Municipal do Belém, em Taubaté, tem 1.000 pessoas. Dessas, 50 estão aguardando desde 2021. Os dados foram informados pela Prefeitura à Câmara, em resposta a requerimento do suplente Prof. Hédipo Braga (União), que não está mais em exercício.

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Cemitério
A unidade do Belém é o maior cemitério municipal de Taubaté, com 20.000 jazigos arrendados e 2.000 jazigos perpétuos. A cidade tem um segundo cemitério público, no Quiririm.

Sem expansão
Apesar da fila de espera, a Prefeitura afirmou que "não há projetos de expansão física do cemitério em andamento" e que "não há planejamento para implantação de uma nova unidade pública". Segundo a administração municipal, "não há viabilidade técnica ou legal para expansão do perímetro atual do Cemitério do Belém", e "não há necessidade de abertura de novo cemitério público", pois "a demanda imediata é absorvida pela estrutura rotativa do Belém, pelo reaproveitamento dos jazigos abandonados e pela oferta dos três cemitérios particulares atuantes no município".

Retomada
Segundo a Prefeitura, "existem 3.000 jazigos em estado de abandono, em processo de retomada administrativa para disponibilização de novos arrendamentos". A administração municipal informou que novos pedidos, que ingressarem agora na fila, devem ser atendidos em "aproximadamente 3 anos".

Arrendamentos
Nos últimos 10 anos, ocorreram 2.000 arrendamentos, sendo apenas 400 deles nos últimos cinco anos. Por outro lado, a média é de 1.100 sepultamentos por ano. Mesmo assim, segundo a Prefeitura, "não existe risco de esgotamento". "Além dos 3.000 jazigos abandonados em fase de retomada, o setor dispõe de 3.300 gavetas subterrâneas (columbários) e mais de 600 gavetas aéreas rotativas (uso temporário pelo período mínimo de 3 anos)".

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