O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (28) que a corporação atua, durante sua gestão, sem proteger ou perseguir investigados e sem influência política.
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A declaração foi feita durante a formatura de novos agentes da PF, em Brasília. Segundo Andrei, a atuação técnica e imparcial é o que permite à instituição se defender de ataques.
O diretor também afirmou que a PF trabalha com autonomia, seguindo a Constituição e as leis, e mantém foco no combate ao crime organizado.
A fala de Andrei Rodrigues coincide com o momento de desconfiança entre integrantes da PF e o gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. O ministro é relator dos inquéritos Dark Horse/Master e INSS/Lulinha, de grande repercussão política e eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou que Andrei procure Mendonça para uma reunião, segundo a colunista do g1 Ana Flor. O encontro será mediado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.
As divergências envolvem o andamento das investigações e suspeitas de vazamentos de informações.
Com informações do g1.