Samyra Roberta Almeida, de 10 anos, encontrada morta com uma coleira no pescoço, em casa, em Peruíbe (SP), vivia isolada e não frequentava a escola, segundo a Polícia Civil. Testemunhas relataram que ela era vista apenas na companhia da mãe, inclusive durante a madrugada, em locais descritos pela investigação como de “reputação duvidosa”.
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De acordo com a delegada responsável pelo caso, a criança não tinha celular nem vida social e ficava principalmente em casa ou acompanhava a mãe em pontos de tráfico e na presença de outros homens.
A mãe foi presa temporariamente por 30 dias na terça-feira (25), sob suspeita de exploração sexual. Segundo a polícia, ela era usuária de drogas, e há suspeita de que a cena da morte tenha sido alterada antes da chegada da perícia.
Samyra foi encontrada sem vida pelo irmão em 10 de agosto. Exames do Instituto Médico Legal (IML) identificaram lesões anteriores compatíveis com possível violência sexual.
Dois vizinhos, de 74 e 47 anos, também prestaram depoimento e são investigados. O caso tramita sob sigilo na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe.
Com informações do Metrópoles.