17 de julho de 2026
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Brasil pode enfrentar tarifa extra de 12,5% dos EUA

Por | da Rede Sampi
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Reprodução/ABR
O ministro Márcio Elias Rosa afirmou que deve haver uma definição na próxima sexta-feira (24), quando termina a investigação conduzida pelo USTR.

O governo brasileiro informou que os Estados Unidos devem anunciar na próxima semana uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, após uma investigação que apontou falhas no combate à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

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A principal dúvida, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), é se a nova cobrança será somada à tarifa de 25% já anunciada pelos EUA ou se haverá alguma forma de exclusão entre as medidas.

O ministro Márcio Elias Rosa afirmou que deve haver uma definição na próxima sexta-feira (24), quando termina a investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).

A medida integra a investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, a mesma utilizada para fundamentar a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. No mês passado, os EUA concluíram que 59 países e a União Europeia falharam em impedir a entrada de produtos fabricados com trabalho forçado.

Pelo relatório, países com controles insuficientes, entre eles Brasil, China, Índia, Japão, Reino Unido e Argentina, devem receber tarifa adicional de 12,5%. Já economias com restrições parciais ou compromissos formais, como União Europeia, México e Canadá, ficarão sujeitas à taxa de 10%.

Segundo o governo americano, o Brasil ainda não dispõe de mecanismos legais eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

Com informações do g1.